quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
CG!
Depois de ter feito peças complicadas em fibra-de-vidro a partir de moldes inusitados tais como recortes de papel kraft, pneus (é, o paralamas traseiro da Shadow bobber foi moldado no próprio pneu traseiro e deu muito trabalho pra ficar do jeito que ficou) e outros objetos não adequados, resolví arriscar uma técnica usada em fábricas de carros que eu só tinha visto em documentários na TV.
É a modelagem em clay (argila, em inglês), que é uma massa feita pra isso. Ela é reutilizável (e cara pacas), o que não deixa de ser engraçado. Hoje serve de modelo para um tanque de gasolina. Amanhã, sei lá... uma poltrona ou uma escultura.
Fiz faculdade de Direito, colegial (mudou o nome, né?) técnico, vários cursos de especialização tanto em Direito como em TI (antigamente, informática) e...
...estou me valendo do que aprendí no pré-primário: a usar tesouras (com ponta, que eu já sei que fura e tem que tomar cuidado. He he he...), colas, papel-cartão e massinha de modelar (clay não passa disso, apesar de bem mais tecnológica).
Só que agora eu sei como os diversos materiais que uso se comportam, conheço suas propriedades físico-químicas e tiro vantagem disso.
Foi bom sempre ter tido curiosidade de ver artesãos trabalhando em suas oficinas, ver suas ferramentas, fuçar em furnituras (lojas especializadas em ferramentas para joalheiros), fuçar em lojas de materias específicos como borrachas, metais não ferrosos, dentais (a melhor cola do mundo foi desenvolvida pra dentistas - uma hora dessas falo específicamente sobre ela).
Voltando à modelagem em clay, o mais legal desse material é a possibilidade de ousar nas formas. Não há limitação de espécie alguma.
Odeio linhas retas e cantos vivos. Acho super legal usar curvas compostas em objetos. Eles se tornam aparentemente mais longilíneos e leves.
Vou ficar devendo nesse post algumas fotos do trabalho que tá sendo feito no tanque da CG 1981. Ainda falta resolver o contra-molde dos 14 centímetros extras do novo tanque. Isso estava a cargo do Everton, que fez uns 4 ou 5 hoje e não acertou nenhum. Esse contra-molde vai servir de apoio ao clay que vai ser aplicado pra acompanhar os novos perfís laterais e superior do tanque.
Logo faço um que tenha o formato básico que eu quero que tenha e que suporte o acréscimo do peso de uma capa de clay sem deformar.
Em seguida, tecido de fibra-de-vidro diretamente sobre o clay e... voilá! Tanque novo!
Pra não passar em branco, tá aí um eventual futuro projeto:
É a modelagem em clay (argila, em inglês), que é uma massa feita pra isso. Ela é reutilizável (e cara pacas), o que não deixa de ser engraçado. Hoje serve de modelo para um tanque de gasolina. Amanhã, sei lá... uma poltrona ou uma escultura.
Fiz faculdade de Direito, colegial (mudou o nome, né?) técnico, vários cursos de especialização tanto em Direito como em TI (antigamente, informática) e...
...estou me valendo do que aprendí no pré-primário: a usar tesouras (com ponta, que eu já sei que fura e tem que tomar cuidado. He he he...), colas, papel-cartão e massinha de modelar (clay não passa disso, apesar de bem mais tecnológica).
Só que agora eu sei como os diversos materiais que uso se comportam, conheço suas propriedades físico-químicas e tiro vantagem disso.
Foi bom sempre ter tido curiosidade de ver artesãos trabalhando em suas oficinas, ver suas ferramentas, fuçar em furnituras (lojas especializadas em ferramentas para joalheiros), fuçar em lojas de materias específicos como borrachas, metais não ferrosos, dentais (a melhor cola do mundo foi desenvolvida pra dentistas - uma hora dessas falo específicamente sobre ela).
Voltando à modelagem em clay, o mais legal desse material é a possibilidade de ousar nas formas. Não há limitação de espécie alguma.
Odeio linhas retas e cantos vivos. Acho super legal usar curvas compostas em objetos. Eles se tornam aparentemente mais longilíneos e leves.
Vou ficar devendo nesse post algumas fotos do trabalho que tá sendo feito no tanque da CG 1981. Ainda falta resolver o contra-molde dos 14 centímetros extras do novo tanque. Isso estava a cargo do Everton, que fez uns 4 ou 5 hoje e não acertou nenhum. Esse contra-molde vai servir de apoio ao clay que vai ser aplicado pra acompanhar os novos perfís laterais e superior do tanque.
Logo faço um que tenha o formato básico que eu quero que tenha e que suporte o acréscimo do peso de uma capa de clay sem deformar.
Em seguida, tecido de fibra-de-vidro diretamente sobre o clay e... voilá! Tanque novo!
Pra não passar em branco, tá aí um eventual futuro projeto:
Esta é uma Yamaha SR 500 levemente modificada. Não foi produzida no Brasil. E não passa de uma CGzona de 500 cc, com um cilindro só. Uma moto dessa, com motor levemente preparado, deve ter uns 45 hp e não deve pesar mais do que 115~120 kg. Toda vez que olho pra uma Yamaha Ténéré, vejo uma cafe racer no estilo dessa da foto. Mais cedo ou mais tarde faço uma pra mim porque a CGzinha vai ficar radical demais pra usar todo dia.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Marketing
Ótima a sacada da Proform Performance Parts. Botar a Stephanie pra vender gadgets de preparação em filmetes postados no Youtube, quero dizer. Ela mesma explica como funciona cada gadget. E com muita propriedade!
Tem vários filmetes lá. Vi a maioria. Muito bons.
Tem vários filmetes lá. Vi a maioria. Muito bons.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
CG!
Cá está a rabeta, já em fibra, mas em estado bruto.
Colei uma escalinha no tanque pra vocês terem noção de dimensão. É só clicar na imagem e depois aumentar que dá pra ver. Tem 2 cm entre cada risco.
Não tem foto de todo o procedimento porque, claro, deu merda. Os componentes do poliuretano tem que ser misturados exatamente na mesma quantidade. Imagina se eu acertei todas as doses...
Por conta disso ele não curou como devia em algumas partes, não ficando duro o suficiente pra ser lixado com taco grande munido de lixa 36. Pra resolver isso eu cobrí o modelo com gesso, que por sua vez demorou muito pra curar também.
Mas conseguí deixar o modelo como eu queria que ficasse, pronto pra laminação. Oito camadas de manta e uma camada final de tecido de 60 gramas (bem fino e leve).
(quaaaaase que faço a camada final de fibra de carbono - tem aqui mas é pra outro projeto)
O modelo, claro, foi destruído. Preferi assim. O calor da cura da resina de poliéster acabou por secar o gesso. Ambos retraíram e quase que se fundiram. Resumindo, tirei a rabeta do modelo (ou, molde macho) na base da porrada.
Sempre confio nas peças de fibra que eu faço. Elas ficam resistentes. MESMO. A rabeta, apesar de não estar totalmente curada na hora em que arranquei o molde, não sofreu nada.
Agora continuo o trabalho de modelagem e refinamento nela mesma. Mais uns dois dias e tá perfeitamente ajustada ao quadro e pronta pra pintura em vermelho.
O tanque de gasolina, que foi restaurado e pintado de vermelho carena (muito bonito esse tom de vermelho), vai ser revestido com uma capa que o deixará uns 2 cm mais largo, uns 14 mais comprido e com rebaixos côncavos na lateral pra encaixar os joelhos.
De importante ainda falta comprar as pedaleiras de competição (tem um cara reproduzindo o modelo exato usado pela antiga Formula Honda 125 - já encomendei um par) e os semi-guidões. Isso tá sob controle, já. Assim que chegarem faço uma pré-montagem pra ajustar o desenho do tanque e a altura do assento.
Terminando a ciclística (quadro, suspensões, rodas, "ubicación" e ajuste geral das peças "grandes") começo a parte realmente legal, que vai ser a preparação do motorzinho com comando no bloco.
No meio do caminho pré-traçado vou me distraindo com a modificação dos freios (à lona, claro!) e decidindo se faço um paralamas dianteiro de fibra de vidro Yamaha TZ like ou se uso o da CG mesmo, que é bonito.
That´s exactly it!
O contra molde de cartolina tá pronto e já foi usado. O modelo em poliuretano pra ser esculpido, também. (Fotos, amanhã). Já sei como quero o banco da moto (CG!) e vou refinar o desenho.
Mas sempre é bom dar uma olhada no que já fizeram.
Aí tropeço nesse filme bacana que captura o espírito dos cafe racers:
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Carbon fiber
Em breve um famoso VW Sedan turbo terá um belíssimo painel feito em fibra de carbono pela Achutti & Desgualdo Choppers (Chopping everything off since 2011).
Claro que o desenvolvimento do trabalho será documentado e postado aqui, incluindo as valiosas dicas do meu fornecedor de "quimioterápicos" (materiais compósitos).
...e me deu vontade de fazer velocity stack em fibra de carbono também. Os de alumínio custam caro e ninguém tem.
Claro que o desenvolvimento do trabalho será documentado e postado aqui, incluindo as valiosas dicas do meu fornecedor de "quimioterápicos" (materiais compósitos).
...e me deu vontade de fazer velocity stack em fibra de carbono também. Os de alumínio custam caro e ninguém tem.
domingo, 2 de outubro de 2011
CG!
Domingo com chuva. Péssimo pra pintar as peças já preparadas mas ótimo pra ficar dentro de casa com régua, cartolina, fita crepe e tesoura.
Medidas tiradas do quadro da moto, cunhado briefado. Pouco tempo depois toca o telefone: "rabeta pronta. Vem ver".
Fui ver.
Largura = 14 cm. Medida do quadro, 18 cm.
"Vamos fazer outra e aproveitar pra afinar o desenho da traseira e encompridá-la um pouco".
Feito!
Esse, então, é o segundo contra-molde. Agora vou preenchê-lo com poliuretano expandido e refinar o desenho com lixa 36. Em seguida vou laminar a rabeta com tecido de fibra-de-vidro sobre a própria rabeta esculpida em poliuretano a partir desse contra-molde
Depois posto o resultado.
Enquanto isso o quadro está sendo alinhado e jateado.
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