Mostrando postagens com marcador VW. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VW. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de junho de 2015

Tonneau

Essa manobra, o tonneau, é da aviação acrobática. Mas pode acontecer em outras áreas. Eu mesmo já dei alguns desses de moto ou descendo escadas molhadas.

Mas o da sequência a seguir, fantasticamente capturada pela lente do Vitor Lara (boxnews.com.br), aconteceu no autódromo de Pinhais, perto de Curitiba.

Uns arranhões na carroceria, talvez a suspensão desalinhada e... fosse eu pilotando, nem parava pra nada.

O Vitor me disse que a câmera tava no modo manual. Modo manual é foda! Acredito que o foco tava no modo contínuo. Só isso de automação. O resto deveu-se à boa regulagem prévia da câmera.

Alá que legal:









































segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Last Edition

Outro dia mostrei o Último dos Moicanos, que tá tendo uma vida digna. O dono o trata bem e só o leva para passear. Nada de trabalho, muito menos pesado.

Não é bem o caso da última edição da Kombi, que foi oferecida pelo fabricante basicamente para colecionadores e entusiastas da marca a preço bastante elevado.

Mas olha só o que o sempre alerta Leonardo Flach achou em São Luis do Maranhão:




Minha dúvida é se tá valendo a pena, financeiramente falando, o uso comercial desse bibelô levando em conta que foi oferecido inicialmente por 85.000 dinheiros. 

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Gearhead

Hoje, quarta-feira, é dia de pastel de feira. É também dia do Jornal do Carro, um encarte dO Estado de São Paulo que fala exclusivamente, vejam só, de carros. Não é exatamente minha leitura predileta mas é o que temos para hoje, literalmente.

Editorialmente, segue a esmagadora maioria das publicações sobre carros (motos também) em língua portuguesa-br. Tem fotos bonitas na medida do possível e textos leves e de "fácil digestão". Coincidentemente são também rasos, pouco acrescentando aos releases distribuídos pelos fabricantes.

E não é difícil encontrar observações assim: "Outro senão é a sensação de perda de potência, pois a transmissão tem de trabalhar mais para virar o conjunto 'maior'." O contexto é a mudança do conjunto roda/pneu por outro com maior raio de rolagem.

Eu queria ver essa transmissão tendo que trabalhar mais...

Um gearhead quer ler isto:

 Clique na imagem para ver grande.

Nessa edição não sei de que ano da Hot VW, o projeto da capa é um motor VW capaz de fazer mais de 40 milhas por galão (façam aí a conversão pra saber quando dá em km/l). 

Todo mundo concorda comigo que o assunto VW a ar já poderia estar esgotado faz tempo, já que se escreve sobre isso desde os anos 30 do século passado, né? Mas não é o que vemos. 

A longa matéria, que não li inteira, confesso, inclui a minúcia do teste dinâmico do motor do projeto variando-se o avanço final do distribuidor.

É isso que um gearhead quer ler, afinal. Não é especialmente interessante saber que a textura do revestimento do carpete causa cócegas na sola dos pés e sim pra quanto cai ou sobe a temperatura do óleo em função do maior ou menor avanço da centelha em relação ao PMS.




N. do A.:
1. A revista mencionada é a Hot VWs Magazine, que tem versão digital: https://www.hotvws.com/
2. Apesar de não comprar, sei que a revista Fullpower chega perto do que gostamos de ler.
3. Existem sites imperdíveis para gearheads em português-br. Um deles é o excelente Autoentusiastas.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Clementine Orange

"Irineu, tem dois fuscas velhos numa garagem faz uns quinze anos. Um deles é alemão e o outro é um cinquenta e três."

"HÃ? ME DÁ O ENDEREÇO! TÔ INDO AÍ!"

"Calma, calma. Vou falar com a dona dos carros antes pra saber se você pode vê-los."

Monica, velha amiga, deu o toque desses carros, o que me espantou porque o negócio dela é motocicleta, na verdade. Motocicleta e fotografia analógica.

O calma, calma levou quase um mês mas...


Quinze anos dentro de uma garagem:

Sim, bastante pó. Orelhas cromadas, mas tudo bem.

Clementine Orange. Pintura original.



1971, 1302S

Resumidamente, esse carro foi comprado pelo marido da atual proprietária nos Estados Unidos, onde morou por quatro anos, foi despachado para o Brasil num container, serviu ao dono por bons anos e depois foi colocado no local onde foi fotografado (por mim), onde ficou por quinze anos. 

O outro fusca (eram dois, lembram?) não é 1953. Eu tinha ido para arrematá-lo, caso fosse mesmo um split window.

Apesar de não gostar de novelas e seriados de qualquer espécie, esta história terá continuação em breve.




N. do A.:
Como eu disse, Monica é das motos e... não, eu não 
conheço ninguém absolutamente normal.



sábado, 5 de julho de 2014

Aspirantes


Num Gol 1.6 com motor refrigerado a ar idêntico a esse aí de cima eu me sentia bem, ergonomicamente falando, depois de ter dado uma das minhas famosas mega porradas de moto. O critério da escolha não foi pelo desempenho mas sim pela facilidade de acesso, disposição dos comandos e conformação do banco do motorista.

Mas o tempo passou, eu sarei e o Jornal da Tarde publicou uma matéria mega interessante no caderno de esportes. O Expedito Marazzi, dono do Curso Marazzi de Pilotagem, ia promover corridas para alunos e ex-alunos com carros de rua sem modificações tendo motores de até 1.800 cc.

Telefonei pra ele pra confirmar isso e era verdade. Resumindo, eu ia correr com meu Gol contra carros bem mais potentes.

Mas eu não me lembro muito bem dessa primeira corrida na categoria Aspirantes, a não ser que a largada foi montada a critério do Expedito, e ele me botou lá atrás do grid, além do vigésimo lugar, que a corrida terminou já sem luz do sol, que eu passei gente pra caramba de qualquer jeito e que terminei em oitavo lugar. Perguntei ao jornalista, brother, ex-instrutor do Curso Marazzi e mega boa gente Claudio Reis se lembrava de alguma coisa sobre essa corrida e...

Ele conta:

Claro que lembro…hehehe

Aquela prova era meio maluca. Era a primeira prova de Aspirantes da história, uma categoria que acabou redundando na Turismo N, que não existia. A ideia foi minha, do Julinho e do Milton Vieira (os três instrutores de então) e do Marazzi.

Os carros eram de rua, sem santo-antonio e qualquer ítem de segurança. Eram admitidos quaisquer carros, até 2 litros e os drivers eram (quase) todos alunos do Curso Marazzi de Pilotagem. O “quase” ficou por minha conta, que entrei de bicão no grid, com meu Voyage 1.6.

Fiquei com a pole, ladeado por um Monza 2.0 Fase 2 zerinho, do Albert Nokleber – que era ex-socio do Ney Faustini -. Depois da largada caí para terceiro, atrás do Monza zerinho (e indisfarçavelmente “mexido”) e de um Escort XR3, que não lembro de quem era. Algumas voltas depois já colocávamos uma volta no pelotão da merda. Foi ai que vi, na saída da Curva 2, um Golzinho doido que vinha fazendo diabruras e fechando todo mundo. Era um cara que era a fuça do Ayrton Senna, um dos novos alunos com quem simpatizara de cara, pois era bom de papo e meio maluco…

Na passagem fiz sinal para colar no meu carro e vir no vácuo. O Golzinho veio na bota por um tempo, mas, claro, não conseguiu acompanhar.

O tal do Nokleber queria vencer a todo custo – ele tinha uma certa desavença com o Faustini e queria mostrar que também era bom piloto – e forçava muito. Acabou errando na entrada da Curva do Sol e saiu capotando varias vezes para a parte de dentro da pista. Como eu estava lá de inxerido (e já tinha corrido na Hot Car com meu Opala), freei forte e parei para socorrer o cara. Naquele tempo não tinha JP Salva e serviço médico. Como os carros não tinham santo-antonio ne preocupei e resolvi socorrer o cara. A capota virou uma pizza e colou no alto da folha de porta… Só tinha um espacinho de nada, onde vi o cara lá dentro. Consegui abrir a porta e tirar o “Betão” de lá, coloquei no meu carro e levei para os boxes…

Claro, o Ambulatório estava fechado com corrente e cadeado! Limpei as feridas do cara com álcool do meu tanque de combustível. Sorte que era pouca coisa. A corrida acabou e não vi quem ganhou. Acho que foi outro Monza, de um tal de Eduardo. De repente entrou um cara correndo no meu box, com uma baita galera atrás dele e se escondeu atrás de mim, pedindo para eu ajudar e não baterem nele…hahaha Era o piloto do Golzinho a ar, que tinha esbanjado trancadas na pista… Lembra disso?

Sim, Claudio. Lembro disso e sou eternamente grato. Esse Golzinho a ar foi devidamente preparado e chegou a ganhar uma corrida, mais adiante. E depois ainda quase matei meu primo.



sexta-feira, 4 de julho de 2014

O Passat das Mil Milhas...

...de 1993. Não tenho nenhuma foto desse carro mas inacreditavelmente um cara postou no blog do Flavio Gomes uma reportagem onde ele aparece por uns dois segundos!

Indiscutivelmente é ele mesmo. Amarelo com faixas e traseira roxas.

Não capturei frame nenhum, claro. Mas cêis são ligeiros no mouse e vão conseguir congelar a cena entre 0:35 e 0:37. O carro tá subindo o Laranjinha.

O relato dessa corrida tá aqui. A história é legal. Não lembrava mais, relí e gostei.

Alá a reportagem:

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Getting up!

Não tem grade! E agora?

Antes que alguém pense num outro substituto para o fusca, melhor deixar claro que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. A VW do Brasil precisava de outro carro para ocupar o lugar deixado pelo arcaico Gol G4 (se bem que não concordo com essa classificação em 5 gerações. São só três mas esse é outro assunto) e apresentou o up! para ocupar o cargo e fez muito bem porque o carro é ótimo, como veremos a seguir.

O up! tem desenho bem diferentão do que se vê hoje na sua categoria. Em vez de esguio  e cheio de paineis de refração de luz (designers gostam bastante de fazer isso, hoje), um caixotinho que nem grade dianteira para captação de ar para o radiador tem. Há quem goste e há quem odeie. Em branco não passa. Mas esse desenho "caixótico" propicia uma interessante combinação de bom espaço interno, desde que não se queira transportar cinco jogadores de rugby com toda sua bagagem, e pouca necessidade de espaço pra se esgueirar no trânsito e em estacionamentos apertados. Trata-se, afinal, de um carro que ocupa no espaço mais ou menos o mesmo tanto que um Ford Ka.

O revestimento dos bancos segura mais o corpo 
em curva do que o formato sugere.

Tem uma tampa no fundo do porta-malas que pode mudar de posição. 
É legal pra esconder a câmera fotográfica, a jaqueta e
 o walkman. Se é que alguém ainda usa walkman...

Muito confortável, acomoda muito bem seus ocupantes. O cockpit, se não maravilhoso como o de um BMW ou Porsche (quaisquer modelos), é bom o suficiente pra garantir bastante diversão em trechos sinuosos de serra onde é necessário total entrosamento entre o motorista/piloto e o carro. Pequenos detalhes requerem alguns quilometros rodados para serem assimilados pelo motorista. O volante de boa pega e diâmetro é levemente deslocado para a esquerda. Quem tem TOC vai sofrer. E o pedal do acelerador não está perto o suficiente ao pedal do freio para permitir um punta-taco confortável. Mas convive-se com isso. Existe um ressalto no assoalho do lado esquerdo que pode e deve ser usado como quarto pedal. Os bancos acolhem bem, com dureza da espuma na medida certa.

O ride do up! é Volkswagen, sem dúvida. Os fãs da marca se sentem em casa. A suspensão tem calibragem mais dura, quase não permitindo movimentos de roll e pitch, e não permitindo nada de yaw. Apesar desse acerto com mote esportivo, os comandos são bastante leves. A direção tem assistência elétrica e é de acionamento tão leve quanto o da excelente caixa de marchas. Recentemente quebrei uma vertebra da coluna, o osso esterno e rompi todos os ligamentos do ombro direito. Mesmo assim debilitado me senti muito à vontade no cockpit do up! O carro, como já se pode supor, é muito estavel, muito preciso na inserção em curva e não apresenta movimentos que não sejam os esperados pelo condutor. Muito bom.

Até aqui tem-se a impressão de ser o up! um carro esportivo. Não é, claro, mas se comporta impecavelmente. O modelo que experimentei, o White up!, vem com pneus 185/60R15 montados em parrudas rodas de alumínio. Para o meu gosto, um exagero. O carro se comporta sempre como se estivesse sobre trilhos e sugere, pra quem tem algum refinamento ao volante, que seja conduzido suavemente.

Ótimo, o motor de três cilindros. Pra quem gosta de moto, difícil de acreditar que não é um bom e velho Suzuki ou Kawasaki ou mesmo um moderno Triumph. Muito bom o power train todo, aliás. Só o barulho de Formula 1 em escala reduzida distoa do conjunto porque a gente espera ouvir os velhos MD-270, AE ou AP. Ou mesmo os EA. Mas acaba combinando, no final. O câmbio tem escalonamento que casa perfeitamente com o power range disponível, estando o carro vazio ou com meia carga. Não o experimentei com carga máxima e isso não vem ao caso. Quem quer andar com carro carregado e compra um 1.0 não tá fazendo a coisa certa, afinal.

O barulho dos motores de 3 cilindros e seus múltiplos é bem mais legal, acho, do que o dos de 4 e seus múltiplos. Subliminarmente apresentam uma vantagem. Vejam só: muitos donos de carros de 1.000 cc não os aceleram muito acima de 3.000 rpm por medo de "explodirem" o motor e porque eles "berram" muito. Gente que gosta de carros e motos sabe que isso é uma besteira sem tamanho. Ainda fico espantado ao constatar que tem gente desinformada a ponto de pensar assim. Sabemos que não existe o menor problema de andar com os carrinhos de 1.000 cc "berrando" felizes mas com o ponteiro do contagiros fora da faixa vermelha. Mas os motores de 3 cilindros não berram (chega de aspas). Mais do que isso, seu barulho é bastante agradável de 3.000 rpm pra cima, sendo que senti bastante torque no up! entre 3 e 4.500 rpm. O barulho é bastante parecido com o de um Formula 1, como já disse, desses de agora, V6 turbo. Bastante agradável, por sinal. O motor é liso apesar de apresentar uma leve vibração em marcha lenta. O corte de giro é limpo (não faz tá tá tá tá tá) e pode pegar algum incauto de surpresa numa ultrapassagem crítica. O motor simplesmente para de subir de giro a 6.500 rpm. Um não iniciado amedrontado pode não perceber que o motor já parou de continuar subindo de giro.

O DNA indiscutivelmente é Volkswagen. O carro é pregado no chão e lida com qualquer adversidade que se lhe imponha com muita, mas muita galhardia. Tolera excessos, maus tratos e cretinices propositais numa boa. A calibragem da suspensão é, para quem gosta do DNA VW, primorosa. Tá certo que os 75 hp (com gasolina. Com álcool são 82 hp) não são suficientes pra provocar perda de aderência das rodas motrizes mas dá pra sentir que a geometria foi bem pensada e toleraria um upgrade de potência facilmente.

O escalonamento do câmbio foge, ainda bem, do remédio aplicado pela maioria dos fabricantes aos pequenos motores de 1.000 cc que são obrigados a puxar (empurrariam, se fossem de tração traseira) versões "completinhas". O alcance das marchas é similar ao de carros com motores com mais capacidade cúbica, ainda bem. Mas o up! não é para preguiçosos. Tem que mudar de marcha o tempo todo pra manter o motor dentro da faixa útil de giro. Não considero isso como problema, uma vez que meu velho carro tem motor com quase o dobro de torque mas contido numa faixa estreita de rpm, me obrigando a mudar de marcha o tempo todo. O up! muito me lembrou dos meus antigos Passat com motor de 1.500 cc, só que é bem mais estável, tem freios muito melhores e é bem mais silencioso.

Os fabricantes tradicionais inventaram os carros de 1.000 cc pra aproveitar uma brecha arrecadatória cavada pelo engº João Augusto Amaral Gurgel. Dentro do pacote da idéia estava a economia, tanto do valor dos carros como do seu custo operacional, incluindo consumo de combustível. Sabe-se, hoje, que vários 1.0 (prefiro 1.000 cc) bebem mais combustível que suas versões equipadas com motores de maior capacidade. Não é o caso do up! primeiro porque ele não tem versão com motor maior e segundo porque é econômico mesmo. Na ficha de teste específica do modelo que experimentei (um White up!) tinha consumos acima de 17 km/l anotados. Comigo, sem a menor preocupação de poupar combustível, andando 95% do tempo em estradas livres e com uma subida de serra que eu deveria ter filmado, o up! fez 12,8 km/l, o que considerei muito bom.

Esse 1.000 cc eu comprava fácil.

O mercado pede GPS e central de entretenimento. Então toma!
 A do up! pelo menos pode ser retirada e guardada no porta-luvas.



N. do A. 1: Eu comprava fácil se tivesse mais uns 20 hp e uns 3 kgf/m.
N. do A. 2: Era pra ter intertítulos divertidinhos tais como Move up! pra falar do powertrain, Get up! pra falar do interior, Pin up! pra falar do design mas no fim acabei desistindo.
N. do A. 3: O circuito usado para o teste deve ter a maior quantidade de lombadas reunidas na mesma rota da face da Terra. Daí o consumo relativamente alto desde e de outros carros.
N. do A. 4: Já expliquei o que é roll, pitch e yaw aqui.

Motores, bobagens e câmbios

Cansei de ouvir besteiras sobre preparação dos motores VW a ar dos Pumas. Tem época que isso quase vira consultório sentimental por conta da quantidade de gente que me procura diretamente ou que me são encaminhadas por outras pessoas pra saber onde fazer a preparação.

Vejam que via de regra querem saber ONDE fazer a preparação e não O QUE fazer no powertrain dos pequenos felinos. Em 90% dos casos a receita é um 'milissete' ou 'milinove' com um comandinho e dois carburadores Weber, tudo isso unido a um câmbio de SP2.

He he he...

Cansei de, com meu ex-Puma, espancar Pumas e outros VW a ar com essa receita genérica, que comprovadamente não funciona direito porque a preparação envolve bem mais do que juntar peças de grife. Bem, não vou mais perder meu tempo tentando catequizar a indiarada porque obtive autorização do autor desse video abaixo para publicá-lo aqui. Marcelo Tonella, um entusiasta dos motores a ar, é o autor e tem a paciência que não tenho para sugerir modificações coerentes a quem lhe pede auxílio.

Esse video faz parte de uma longa série, minuciosa e didática, que o Marcelo fez da desmontagem, retífica e remontagem de um motor. Linkei apenas a parte onde o Marcelo explica como combinar peças usando o bom senso. Claro que não se trata da preparação de motores de competição, mas alá que legal:


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Preparação de cabeçote

Se você não se interessa por modificações em carros e motos, não perca seu tempo vendo esse video. Mas em linhas gerais o cara explica o que tem que ser feito na alma dos motores a combustão interna.

Interessante a observação dele sobre ser possível conseguir mais potência em motores antigos do que em motores modernos. Isso explica a legião de adoradores dos motores VW refrigerados a ar, dos VW refrigerados a água conhecidos como AP e dos GM de seis cilindros.

sábado, 7 de setembro de 2013

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

terça-feira, 6 de agosto de 2013

GT 4R - The legend

Esta lendária roda:


Esta lendária traseira:


E esta lendária frente:


Pertencem a este lendário Puma:


Que tem quatro lugares e foi o único dos pequenos de 3 e 4 cilindros capaz de abrigar uma rave, praticamente:


Só pra lembrar, o GT 4R foi feito por encomenda da Revista Quatro Rodas para ser sorteado entre seus assinantes. Eram três unidades. Mas fizeram mais um. E tinha mais outro de metal, que era o protótipo que acabou sendo montado afinal. Ou não. A história, como qualquer outra relativa a carros em começo de produção, ainda mais os de produção restritíssima, é complexa e cheia de meandros.