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terça-feira, 30 de junho de 2015

Tonneau

Essa manobra, o tonneau, é da aviação acrobática. Mas pode acontecer em outras áreas. Eu mesmo já dei alguns desses de moto ou descendo escadas molhadas.

Mas o da sequência a seguir, fantasticamente capturada pela lente do Vitor Lara (boxnews.com.br), aconteceu no autódromo de Pinhais, perto de Curitiba.

Uns arranhões na carroceria, talvez a suspensão desalinhada e... fosse eu pilotando, nem parava pra nada.

O Vitor me disse que a câmera tava no modo manual. Modo manual é foda! Acredito que o foco tava no modo contínuo. Só isso de automação. O resto deveu-se à boa regulagem prévia da câmera.

Alá que legal:









































sábado, 27 de setembro de 2014

Kart!



A dica fantástica desse filmete é do Fernando Ribeiro, um kartista/artista de respeito. O cara que me ensinou os rudimentos da pilotagem desses micromonopostos tá aí também. É o Waltinho Travaglini.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

1973, Nurburgring




Dica é do Alexandre Calleja Alcaniz, que tinha uma Caravan SS, que, todo mundo sabe, quer dizer Super Simples.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Polvo en la vena



Dica do irriquieto Milton Pecegueiro Rubinho, que desconfio ser argentinófilo.

Pronello Ford Huayra 1969



Visto esse, vejam o video abaixo, com a devida explicação do autor do carro, mas por favor abstraiam Tommy Dorsey Orchestra de fundo.









N. do A.: Não acho material legal sobre carros de corrida brasileiros. Claro que tem e teve construtores aqui, como o Ferreirinha, Tony Bianco, Renato Peixoto, Norman Casari e Ricardo Aschar. No blog do Mestre Joca tem bastante info sobre esses caras e suas obras.

Le Mans em P&B



Camden Thrasher. Tem site. É aqui e vale a visita.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Ruteros



Weber no ataque

Câmera no teto, en la cola, no capacete (em primeira pessoa. Pffff...), mostrando os pés haciendo el punta-tacco... isso tudo já vimos. Mas e instalada em cima de um dos venturis do Weber?

Tem dois videos aí embaixo. No primeiro dá pra ver que a carburação tá acertadinha. No segundo eu chuto que a mistura tá meio rica e/ou o nível da bóia tá meio alto porque tem back fire quando o cara tira o pé do acelerador.

Alá:




sábado, 19 de julho de 2014

Dois tempos

Um carro de corrida é tão bom quanto a preparação que tem embarcada. E só. Quase qualquer carro acaba ficando rápido se for montado com critério e bom senso. Tem até uma Kombi taxi que usa mecânica Porsche que faz de sparring muito carro esportivo de boa griffe.

Mas o caso agora é de um carro que deixou de ser fabricado em 1967 e deixou de participar de competições oficialmente um pouco antes disso. Esteve em autódromos tanto de asfalto como de terra por um bom tempo ainda, nos rincões do sul do país.

Um conhecido jornalista carioca radicado em São Paulo líricamente usou um DKW nas corridas da Classic Cup por algumas temporadas até substituí-lo por um... Lada.

Critério e bom senso, sempre.

Mas em visita a famoso e conceituado preparador paulistano fui apresentado a um DKW de corrida nada lírico.

Edimar Della Barba, o mago da preparação dos motores VW refrigerados a ar, ataca motores tricilídricos a dois tempos com a mesma volúpia.

Alá:

Coletor de escape artesanalmente feito. Coisa de joalheiro.

Motor montado bem mais baixo do que o original de fábrica.

Caixa de marchas do Gol com motor refrigerado a ar.

Refrigeração ainda a termo sifão, só que com alguns upgrades.

A alavanca no assoalho (originalmente na coluna de direção) e o varão de
acionamento ainda estão na versão "rascunho".

Suspensão original, modificada. Ainda usa o feixe de molas transversal.

Como em todo produto com a griffe Della Barba, acabamento impecável. 

Perfís de alumínio dobrados como se fossem finos origamis.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O Passat das Mil Milhas de 1993

Eu capturei um frame do filme de baixa qualidade e velho. A foto, é claro, ficou feia. Mas vale o registro.

Alá:

 

sábado, 5 de julho de 2014

Aspirantes


Num Gol 1.6 com motor refrigerado a ar idêntico a esse aí de cima eu me sentia bem, ergonomicamente falando, depois de ter dado uma das minhas famosas mega porradas de moto. O critério da escolha não foi pelo desempenho mas sim pela facilidade de acesso, disposição dos comandos e conformação do banco do motorista.

Mas o tempo passou, eu sarei e o Jornal da Tarde publicou uma matéria mega interessante no caderno de esportes. O Expedito Marazzi, dono do Curso Marazzi de Pilotagem, ia promover corridas para alunos e ex-alunos com carros de rua sem modificações tendo motores de até 1.800 cc.

Telefonei pra ele pra confirmar isso e era verdade. Resumindo, eu ia correr com meu Gol contra carros bem mais potentes.

Mas eu não me lembro muito bem dessa primeira corrida na categoria Aspirantes, a não ser que a largada foi montada a critério do Expedito, e ele me botou lá atrás do grid, além do vigésimo lugar, que a corrida terminou já sem luz do sol, que eu passei gente pra caramba de qualquer jeito e que terminei em oitavo lugar. Perguntei ao jornalista, brother, ex-instrutor do Curso Marazzi e mega boa gente Claudio Reis se lembrava de alguma coisa sobre essa corrida e...

Ele conta:

Claro que lembro…hehehe

Aquela prova era meio maluca. Era a primeira prova de Aspirantes da história, uma categoria que acabou redundando na Turismo N, que não existia. A ideia foi minha, do Julinho e do Milton Vieira (os três instrutores de então) e do Marazzi.

Os carros eram de rua, sem santo-antonio e qualquer ítem de segurança. Eram admitidos quaisquer carros, até 2 litros e os drivers eram (quase) todos alunos do Curso Marazzi de Pilotagem. O “quase” ficou por minha conta, que entrei de bicão no grid, com meu Voyage 1.6.

Fiquei com a pole, ladeado por um Monza 2.0 Fase 2 zerinho, do Albert Nokleber – que era ex-socio do Ney Faustini -. Depois da largada caí para terceiro, atrás do Monza zerinho (e indisfarçavelmente “mexido”) e de um Escort XR3, que não lembro de quem era. Algumas voltas depois já colocávamos uma volta no pelotão da merda. Foi ai que vi, na saída da Curva 2, um Golzinho doido que vinha fazendo diabruras e fechando todo mundo. Era um cara que era a fuça do Ayrton Senna, um dos novos alunos com quem simpatizara de cara, pois era bom de papo e meio maluco…

Na passagem fiz sinal para colar no meu carro e vir no vácuo. O Golzinho veio na bota por um tempo, mas, claro, não conseguiu acompanhar.

O tal do Nokleber queria vencer a todo custo – ele tinha uma certa desavença com o Faustini e queria mostrar que também era bom piloto – e forçava muito. Acabou errando na entrada da Curva do Sol e saiu capotando varias vezes para a parte de dentro da pista. Como eu estava lá de inxerido (e já tinha corrido na Hot Car com meu Opala), freei forte e parei para socorrer o cara. Naquele tempo não tinha JP Salva e serviço médico. Como os carros não tinham santo-antonio ne preocupei e resolvi socorrer o cara. A capota virou uma pizza e colou no alto da folha de porta… Só tinha um espacinho de nada, onde vi o cara lá dentro. Consegui abrir a porta e tirar o “Betão” de lá, coloquei no meu carro e levei para os boxes…

Claro, o Ambulatório estava fechado com corrente e cadeado! Limpei as feridas do cara com álcool do meu tanque de combustível. Sorte que era pouca coisa. A corrida acabou e não vi quem ganhou. Acho que foi outro Monza, de um tal de Eduardo. De repente entrou um cara correndo no meu box, com uma baita galera atrás dele e se escondeu atrás de mim, pedindo para eu ajudar e não baterem nele…hahaha Era o piloto do Golzinho a ar, que tinha esbanjado trancadas na pista… Lembra disso?

Sim, Claudio. Lembro disso e sou eternamente grato. Esse Golzinho a ar foi devidamente preparado e chegou a ganhar uma corrida, mais adiante. E depois ainda quase matei meu primo.



sexta-feira, 4 de julho de 2014

O Passat das Mil Milhas...

...de 1993. Não tenho nenhuma foto desse carro mas inacreditavelmente um cara postou no blog do Flavio Gomes uma reportagem onde ele aparece por uns dois segundos!

Indiscutivelmente é ele mesmo. Amarelo com faixas e traseira roxas.

Não capturei frame nenhum, claro. Mas cêis são ligeiros no mouse e vão conseguir congelar a cena entre 0:35 e 0:37. O carro tá subindo o Laranjinha.

O relato dessa corrida tá aqui. A história é legal. Não lembrava mais, relí e gostei.

Alá a reportagem:

Mustang, 50 anos


segunda-feira, 30 de junho de 2014

Roll Center & Shear Load

Podia ter procurado algum cara mais famoso que o argentino de Alta Gracia Enrique Scalabroni mas foi num video dele, explicando a aerodinâmica dos carros de Formula 1 de 2013, que eu tropecei. Pra mim, muito mais interessante, esse video, do que o Massacre da Serra Elétrica XXIV. Só que infelizmente tá cheio de gente que pilota (pilotar tá acima de dirigir) e só quer saber se o carro anda ou não.

Pobres infelizes...

Mas alá a análise lúcida do cara sobre a influência do roll center no consumo dos pneus dianteiros nos carros de 2013:


Que terrinha abençoada que é Alta Gracia, não? Oreste Berta tem seu "escritório" lá.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Amadores



Corridas de amadores aqui, pelo menos em São Paulo, são reserva de mercado de grandes equipes que lotam boxes inteiros com vários carros. Leva-se macacão, capacete, um par de luvas e grana, só. Não é exatamente o que ocorre com los hermanos, que vivem recolocando seus cabos de acelerador por si mesmos.