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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Kawasaki 500 Mach III

Kawasaki 500 Mach III 1973. Não se vê dessas todo dia. Muito menos no estado dessa:


Mais uma moto que veio passar sua aposentadoria num país tropical. Vai ser bem tratada aqui.


Essa moto não é pesadona como a Suzuki GT 550. É pra andar, mesmo.


Nada de primeira pra baixo e o resto pra cima. Pra baixo é o ponto morto.



Três velas de reserva em seu compartimento próprio. Que tal? Falta de confiança do fabricante no seu produto ou extremo cuidado com a temperatura na câmara de combustão?


Três cilindros, dois tempos. Pouca coisa no mundo faz barulho mais bonito que isso.


Amortecedor de direção originalmente instalado na linha de produção. Que outra moto tinha isso em 1973?


Duas mil milhas, só. Meio inacreditavel essa coincidência mas a moto tem vários indícios de ter só essa milhagem mesmo.






sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Monoshock

E eu achando que tinha sido a Yamaha a primeira a usar balança traseira com um amortecedor só...

Bem antes da Yamaha já tinha isso. Olha só essa Vincent HRD não-sei-de-que-ano-mas-seguramente-do-fim-dos-40-ou-início-dos-50:

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Pra começar II

Sou de Sampa e nascí faz tempo. Ia ao Ibirapuera domingo de tarde, na adolescência. Eu e uma turma grande. Nessa foto tem duas meninas que eram da turma (as duas em primeiro plano).


Essas motos hoje fazem parte de coleções. As que sobreviveram. Nessa época eram novas. Duas delas são facilmente identificáveis: uma Suzuki A50II e uma Honda CB50.


Mas esse post não serve pra falar de meninas-que-iam-ao-Ibira ou de motos.


Serve pra falar de idade.


Da minha, pra ser mais exato. Se bem que isso não tem a menor importância.

Mas a gente andava com motos novas, sem habilitação nem capacete. Isso é viadagem relativamente recente.

De vez em quando saio com amigos que tem filhos com a idade das meninas da foto. Os filhos junto. Geralmente pra andar de kart ou tomar cerveja. Ou os dois.


De vez em quando pergunto o que fazem. Os meninos e meninas dessa idade, quero dizer.


E de vez em quando me pego pensando que a humanidade tá ficando bunda mole.