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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

How to melt some tyres

A foto de fundo mudou. Não fui eu quem "bateu a chapa", claro, mesmo porque tô bem no meio dela. Não, não é o Alex Wurz que tá na moto sem carenagem. Sou eu mesmo, a caminho de derreter um par de Michelins.

Aliás, recomendo fortemente ir derreter pneus em Interlagos em vez de andar feito um míssil balístico em estradas abertas ao tráfego.

Organizam-se track day para motos com certa frequência. E o termo descreve fielmente o evento: tudo é muito organizado, desde a instalação de air fences em pontos estratégicos da pista até o escalonamento das baterias feito com base na habilidade dos participantes, passando pelo oferecimento de café da manhã (um mimo, isso, aliás).

Tive a oportunidade de vistoriar a pista junto com seu responsável e constatei que ela tem sido muito bem cuidada.

Ninguém entra na pista sem ser briefado por alguma pessoa competente e experiente. Neste trackday o Tite Simões assumiu esse importante papel, além de ter dado um curso (que eu filei, claro) para metade dos pilotos inscritos na bateria C. E tá aí um curso que todo mundo devia fazer: o SpeedMaster. Mesmo pilotando carros, karts e motos desde sempre, continuo aprendendo sobre a arte do domínio das motocicletas com o Tite.

Crédito: Fotografia Sampafotos

Update

Esqueci de botar uma GoPro na moto mas Eduardo Minhoca Zampieri andou também em Interlagos com uma Bandit 650 e gravou.

Alá:


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

TT

Esses caras nasceram em cima de motocicletas. Só pode...

Podem pular direto pra 3:42.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

The second mile

E a Suzi andou, finalmente, depois de 36 anos e com seus próprios três cilindros. Não chegou a fazer duas milhas porque furou o pneu traseiro.

(deve ser mau olhado, isso)



Alá ela andando. Na pilotagem, Ricardo Goldszmidt. Gemendo, eu, em pé e segurando a cam:







sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Zero!


Em vez de já começar falando besteira, ó só o odômetro dela aí em cima!

Uma milha rodada (provavelmente, empurrada). Uma milha rodada em 36 anos. ANOS! Quarenta e quatro metros e meio por ano. Menos da metade de quarteirão (de bairro comum cujo quarteirão tem 100 metros de lado).

Não se vê disso todos os dias.

Alá ela:


Suzuki GT 550, 1976.

Linda!

Essa faz 100 pontos numa avaliação para ser licenciada como veículo de coleção e portanto poder usar placa preta.

Nem tem o que discutir.

Eu já tinha visto essa moto anunciada no Ebay mas não tinha dado bola. Não é que ela veio parar quase do lado da minha casa? Hoje ela desembarcou na 06 Preparações, uma oficina onde trabalham restauradores de qualidade indiscutível.

O encarregado do projeto é o Ricardo Goldszmidt, um cara que dispensa apresentação.

Chega de conversinha:







Update: ouví o motor funcionando hoje (24/02). Começou o break-in dela.

domingo, 4 de setembro de 2011

Gasolina. Blérgh!

Deixei um dos scooters parado por uns oito meses. Comprei uma bateria nova e tentei ligar, usando o velho e bom método da injeção de thiner direto no venturi do carburador.

Não pegou.

Nova tentativa, novo fracasso.

Fim de semana com sol, ideal pra tarefinhas tais como desmontar carburadores.

Alá como tava a cuba do carburador do scooter:


Esse gel amarelo é a gasolina vendida normalmente em postos de Sampa. 

Deveria ser volátil.

Não é.

É qualquer coisa, menos gasolina.

E depois querem que carros passem na vistoria do Controlar com isso...

Alá a bóia e o gicleur principal que lindos:


No post que não terminei sobre restauração de carburadores (Solex 32 PDSIT de Puma) fiquei de falar sobre os produtos químicos que uso pra limpeza. Na continuação daquele post eu conto.


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Pra começar II

Sou de Sampa e nascí faz tempo. Ia ao Ibirapuera domingo de tarde, na adolescência. Eu e uma turma grande. Nessa foto tem duas meninas que eram da turma (as duas em primeiro plano).


Essas motos hoje fazem parte de coleções. As que sobreviveram. Nessa época eram novas. Duas delas são facilmente identificáveis: uma Suzuki A50II e uma Honda CB50.


Mas esse post não serve pra falar de meninas-que-iam-ao-Ibira ou de motos.


Serve pra falar de idade.


Da minha, pra ser mais exato. Se bem que isso não tem a menor importância.

Mas a gente andava com motos novas, sem habilitação nem capacete. Isso é viadagem relativamente recente.

De vez em quando saio com amigos que tem filhos com a idade das meninas da foto. Os filhos junto. Geralmente pra andar de kart ou tomar cerveja. Ou os dois.


De vez em quando pergunto o que fazem. Os meninos e meninas dessa idade, quero dizer.


E de vez em quando me pego pensando que a humanidade tá ficando bunda mole.