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quarta-feira, 8 de maio de 2013

BMW Alpina


Funciona assim: pra Passat e mais alguns carros tinha a Dacon. Pra Mercedes, tem a AMG. E pra BMW tem a Alpina.

Lusso


Mr. Chen mostra como um carro desenhado nos anos 60 pra simplesmente levar uma pessoa do ponto A ao ponto A outra vez (quem tem bom senso não deixa um carro legal estacionado na rua e muito menos confiado a um manobrista), sem nenhum tipo de assistência, sem rádio e sem ar condicionado pode ser tão prazeroso.

Mais uma dica do espevitado L.O., também bastante atento a seus próprios brinquedos (só que os dele são bávaros).

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Passat!

Eu já tinha dado a deixa aqui. Pois então, tá aqui o premio:


Muito legal o projeto gráfico desse livro. E o Passat da capa tem placa preta, cuja vistoria foi feita por mim.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Placa preta


Esse carro está à venda. É um Porsche 914-4, que como todo mundo sabe...


...tem motor dianteiro e refrigerado à água.

Na verdade os VW Porsche 914 tinham motor VW refrigerado à ar e montado entre-eixos (entreeixos, nomeiodocarro). E agora?


Esse carro aí tem placas pretas. Então deve estar correto, não?




terça-feira, 19 de março de 2013

Placa preta

Roda legal? Sim! Mas tem 5 furos.


Teto solar de lona num fuscão 1.500? Bacana.


Mas, placa preta?


Vi esse carro na rua e achei super legal, bem conservado e de extremo bom gosto. Mas placa preta implica em manter o carro original, com mais de 80 pontos na planilha que a FBVA sugere a aplicação aos clubes de carros antigos. 

Teto solar em fusca, só em 1965. E de lata.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Irregular?

Muita gente condena placa preta. E com razão, porque sempre tem um gerson que quer levar vantagem de algum jeito.

Já falei disso aqui e já repercutiu mal. Dessa vez faço diferente: deixo outros caras falarem.

No ótimo blog da Home-Page do Passat tem um post sobre o tema, cujo título é Placa Treta.

O carro que originou o post é esse aqui:


Como se vê, um belíssimo Passat TS com... 3 portas!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

2012 já era

Bom, cabô 2012. Será que os vinhos dessa safra serão memoráveis? Sei lá. Não bebo vinho e jamais saberei, a não ser que leia alguma resenha enóloga no futuro e lembre deste exato momento, o que é muito improvável.

Indo ao que interessa, que são os carros, nunca certifiquei tanto carro antigo para receber placa preta como neste ano. Tem até um estoque esperando pra ser encaminhado/processado/despachado no primeiro dia útil de 2013, o que é bom.

Ainda bem, porque o mundo ia acabar neste ano. Apostei na continuidade agendando compromissos para 2013, dando uma banana para os maias. Espero que eles não tenham errado as contas e o fim esteja próximo, afinal.

E se estiver, apenas um desejo: fogo, não. Prefiro frio.

Pra registrar, deixo aqui a foto do carro mais impressionante que vistoriei pra PP em 2012. É esse aqui, ó:


A história desse carro é legal e ele foi muitíssimo bem conservado através dos anos. A maior parte deles passou guardado numa garagem fechada. Tem sinais de uso, claro, porque afinal foi comprado pra servir a seus dois primeiros donos. 

Mas são mínimos.


domingo, 30 de setembro de 2012

Quase gêmeos

Coincidências são o que são: coincidências, apenas. Mas podem ser fantásticas se a gente perder um tempinho pra olhar os detalhes.

Nessa foto tem dois Pumas aparentemente bem diferentes. Três, na verdade, mas só dois deles tem muito em comum. Um deles, o do meio, é o meu:


O bege é um dos últimos modelos com parachoques cromados, também conhecido como 1980 primeira série. O vermelho, que está no primeiro plano e que já tem parachoques de borracha, spoiler dianteiro e lanternas caneladas do VW Brasilia (não aparece isso na foto mas não gosto muito de "olhar" o carro todo através da minha lente), é do mesmo ano mas da segunda série.

Até aí, pra quem conhece Puma, nenhuma novidade.

Mas vejam só que interessantes as plaquetas de identificação dos dois carros:



A de cima, cujo número do produto é 15.726, é a do GTE bege e a segunda, cujo número é 15.762, é a do GTE vermelho.

Peraí! GTE com parachoque de borracha? Mas a Puma não tinha mudado a sigla dos dois pequenos esportivos para GTC (o conversível) e GTI (o coupé)?

Tinha sim, mas não em 1980. Lembrei desse detalhe porque me referí a um conversível feito em 1982 como GTS e fui corrigido por um outro dono de Puma (todos são meio lesados. Todos...), porque o carro passou a ser designado como GTC.

Esse GTE vermelho de 1980 tem em todos os vidros a designação GTE, bem como na plaqueta de identificação. Então é um GTE. Mas com a cara de um GTI.

Sempre desconfiei que meu GTE (o bege) era um dos últimos produzidos com a carroceria anterior à do GTI. E é mesmo! 

Foram feitos 36, só, depois do bege até que fosse fabricado o vermelho. No ritmo da linha de produção na época, não mais de uma semana separa o nascimento dos dois, que até puderam ter ficado juntos no pátio esperando serem enviados a seus primeiros donos.

Fantástico, isso, dos dois carros estarem estacionados juntos outra vez, 32 anos depois.

Quase gêmeos bivitelinos, são esses dois GTE.

Placa preta...

...mas deve ser fuligem.




sábado, 15 de setembro de 2012

TS-A


Esse era O CARRO no fim da década de 70 e começo da década de 80 do século passado. Todo mundo queria ter um. Eu também. E o meu era quase igual a esse da foto, só que dois anos mais velho e à gasolina. 

Esse aí da foto é à álcool. Raríssimo. Ainda mais nesse estado. 

E tem gente que insiste no fato de não ter existido Passat TS com motor de 1.500 cc e carburador de corpo simples...

Alá ele:


Placa preta? 

Claro!



Esse merece.


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

GTC 1982

Quase todo dia vejo Pumas. Os carros, claro, que os bichos são raros e não vivem em cidades. Quase nenhum Puma mais me chama a atenção salvo modelos mais raros e um ou outro que tenha algum atrativo especial.

Esse aqui tem:


Esse carro não foi modificado ao longo de seus 30 anos de vida. Tudo nele é original de fábrica, salvo pequenas exceções.

Uma das características impressionantes que ele ainda preserva, além de ser um match number (todos os números de todos os componentes batem com o da tarjeta metálica), é o fato de ainda ter gravado na bandeja do assoalho o número do chassis. Assoalho de chassis VW é um dos primeiros componentes a ser trocado depois de algum tempo de uso do carro por causa da corrosão. É. Puma, que é de fibra-de-vidro, também enferruja.


Aliás, isso consta do manual (a foto é do manual original do carro):


Fabricado em 1982, foi faturado nos primeiros dias de 1983 pela revenda Brasal, de Brasilia.


Ainda tem a capa do manual, o emblema colado no capô do motor e os carimbos das primeiras revisões. O legal é que o carro fez a primeira, aos 1.000 km rodados, aproximadamente 20 dias depois de ter sido entregue a seu dono. Achei interessante porque dificilmente ando mais de 3.000 km por ano com cada um dos meus.

Outro detalhe que me chamou a atenção foi o fato do assoalho ainda ter preservado o revestimento acústico original, que é uma manta asfaltica colada à chapa. Muito raro de se ver isso hoje em Puma ou em qualquer outro VW a ar da mesma época.


Puma e toca fitas TKR "cara preta" formam uma combinação bastante conhecida entre grupos de proprietários. Esse impressionante GTC tem um rádio Bosch Rio de Janeiro, que deve ter sido instalado na concessionária. Tem manual e tudo:

Bacana o aviso de rodizio. O dono desse carro é que nem eu: esquece disso.

Alá os detalhes que quase não se vê em Puma:

Bancos nunca restaurados.

O que tinha que estar escrito na tampa do filtro ainda tá lá.

Bulbo da pressão e temperatura do óleo. VDO, original, igual ao do Passat TS.




terça-feira, 21 de agosto de 2012

Close encounters - 10th edition

E chega à décima edição o encontro de carros antigos mais charmoso de São Paulo. No lugar de sempre, no Viveiro Jacques Cousteau, mais conhecido como laguinho de Interlagos. É domingo, dia 26, a partir das 9 da manhã.

Fica aqui:




Quase todo mundo quieto e junto.






terça-feira, 31 de julho de 2012

GTB, Puma

Acabei pegando a esmo umas fotos de Puma GTB pra falar sobre o pouco conhecido Saab Sonett e suas lanternas traseiras que acabaram indo parar na traseira de alguns Pumas. Não é que por coincidência o carro é o premiadíssimo GTB do Big Boss?

Esse GTB foi o primeiro carro a receber placa preta por avaliação do Puma Clube. Na época não sabíamos direito como fazer esse tipo de avaliação mas certamente não erramos, porque esse carro é muito legal.

Acompanhei sua restauração e sei quanto de cuidado e capricho lhe foi dispensado.

Alá:


As fotos do GTB foram feitas pelo Fabio Aro

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Puma & moda


Pumas sempre foram carros bonitos. Especialmente os que tinham motor VW a ar e fabricados entre 1976 e meados de 1980. Não por acaso, tenho um desses.

Por mim, é um design que não comporta modificações a menos que muito bem estudadas e executadas. Deixemos então o carrinho lindo no modo original de fábrica que a chance de errar é inexistente.

Mas sempre tem a moda do momento na questão da modificação de um carro que, em última análise, pode ser idêntico ao do vizinho.

Foi o caso do Puma da foto aí de cima, cedida pelo Felipe Nicoliello, dono do Puma Classic, referência em Pumas no mundo todo, quiçá no universo e além.

Esse GTE, provavelmente de 1977, está equipado com rodas de aro 13, provavelmente de 6 polegadas de largura na dianteira e 8 polegadas na traseira além de pneus Pirelli CN 36 na medida 175/70R13 na traseira (na frente provavelmente também - a foto não tem definição suficiente). Bem condizente com o que se fazia na época. Além do quê, o carro tem teto solar Karmann Webasto. Não sei por que mas algo me diz que ele tem toca-fitas TKR (o da cara preta), amplificador Tojo e tweeters Selenium, daqueles retangulares, também.

Diferente? Sim! 

Legal? Também!

Pegaria placa preta hoje? Não!

Basicamente por causa das rodas, vejam vocês...