terça-feira, 19 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
"Puta lazarêinta!"
Inaugurando um setor novo: crônica. Mas, peraí! Já tem crônica aqui. É, já tem. Inclusive crônicas escritas por outras pessoas.
Bom, então não tem setor novo nenhum.
É. Então não tem.
Mas não faz mal, que esse texto tá bem escrito, é divertido, é verídico e...
"Conhecer gente pela internet e depois encontrar na vida real parece ser um medo da maioria das pessoas que se relaciona com o mundo virtual de alguma forma ou que, pelo menos, lê jornal de vez em quando (alguém ainda lê jornal? Enfim... )
Entre tantas histórias de tragédias, vou engrossar o coro com uma tragédia pessoal.
Lá pelos idos de não-sei-quando, ainda em tempos de Orkut (onde eu era uma militante ativíssima das comunidades, diga-se), conheci um sujeito morador de Suzano –SP, que até hoje não sei onde fica. Policial civil mas com uma cara tão inofensiva quanto a de um filhote de canguru. Ele tinha os olhos esverdeados e a pele morena, o que na época era um fraco meu... e logicamente fez o moço parecer interessante. Eu e essas minhas nóias que só me fodem.
Conversamos por MSN bem uns 2 meses... ele era engraçado, tinha cada tirada q me arrancava gargalhadas na frente do computador.. patético, ok.. mas humor chega a ser diferencial MESMO, porque não é todo mundo que tem essa sagacidade do timing certo de uma conversa bem humorada (desse mal você não morre, Irineu). Um dia me deu um tilt e resolvi ir pra São Paulo-capital pra conhecer o dito cujo. Na época morava no interior sul do RJ, o que me renderia umas cinco horas dentro de um Cometão rumo à rodoviária do Tietê. Lindo isso.
Inventei uma desculpa qualquer em casa que fosse um bom álibi pra me dar o dia inteiro de ausência e parti rumo à Cidade Maravilhosa paulistana, só que não.
Chegando na rodoviária do Tietê, catei um canto pra sentar e fiz uma ligação pra dizer que já tinha chegado e dar minha localização. Tive a oportunidade de observar a multidão por bons 10 minutos, vendo todo tipo de figura que circula por ali. Casais se encontrando, retirantes indo ou chegando do Nordeste (coisa que já vivi tbm..rs.. mas é papo pra outra hora), gente estudando, gente dormindo, e gente caminhando com flores na mão.
Firmei o olho em um cara que vinha ao longe, bem alto e magro, com uma camisa listrada no melhor estilo “cor sim, cor não”, meio saltitante, com um sorriso débil no rosto, uma calça jeans quaaase pescando siri – as pernas eram bem compridas, devia ser difícil pra ele comprar calça – e um tênis que faço questão de não lembrar como era.
Legal ver alguém feliz na multidão, né?
Não.
Ele tinha algo na mão.
O que será?
Ah, uma cestinha de vime com flores.
Já trabalhei em floricultura. Vi que era uma begônia (a plantinha mais clichê do Sistema Solar, perdendo só para as violetas e os Kalanchoês – e puta merda, me dá raiva só de lembrar) vermelha, dentro da bela(!) cestinha de vime, com um baita frufru no alto.
É... algumas mulheres adoram receber flores. Que legal, love is in the air. Certeza que não é pra mim… não tenho namorado nem ficaria deslumbrada com essa frozinha.
Mas era.
O cara estiloso estava vindo na minha direção.
O saltito era pra mim, o sorriso débil talvez fosse pela alegria do encontro COMIGO e as begônias também eram pra mim, bem como aquele modelito pensado desde quando falei que viria. Céus !
Oi, oi. Presente pra você. Ai, que fofo.. obrigada! (fofo é muito ruim. E eu sou bem escrota, tem hora). E aí, pra onde vamos? Ah, não sei, você é meu anfitrião.. to contigo. Ta, então já que você gosta muito de natureza, vou te levar pra um lugar que você vai adorar. Massa!!
Entrei no carro, não conheço lhufas de São Paulo. Andamos, andamos, paramos, descemos e começamos a andar num lugar bonito, arborizado, com umas lagoas, bastante gente, criancinhas, algodão doce, pipoca e artistas performáticos no meio da multidão.
Sentamos num gramado na beira de um lago menor do que o que parecia ser o principal e ficamos observando os patinhos ou marrecos ou sei lá o que. Papo vai, papo vem, “ah, você já tinha vindo aqui? Não, tinha não... Então agora você já pode dizer que conhece o Parque do Ibirapuera.
Ok, produção ! É isso mesmo?
Tudo massa, tudo legal, eu praticando fortemente o princípio de buscar o melhor em cada situação da vida, vamulá.. Ele só quis te agradar, seja agradável. Respira.
Nossa, que legal.. esse parque é bem famoso, né?
É, eu já conheço o famoso ‘Ibira’ e o banheiro da rodoviária do Tietê ganhou um enfeite naquele dia.
Lola Bunny"
Lola Bunny é uma pessoa que se pode amar de vez em quando.
Não. Fala que a Lola Bunny escreve sob efeito de substancias psicotrópicas pra contar historias das quais não lembraria estando careta... Ou se lembrasse, não contaria pra não dar cartucho pra futuras zoações.
Lola Bunny se preserva. Às vezes.
Seja como for, Lola Bunny tem personalidade e estilo.
Update: Lola Bunny já foi informada sobre Suzano, Poá e Ferraz de Vasconcelos.
Bom, então não tem setor novo nenhum.
É. Então não tem.
Mas não faz mal, que esse texto tá bem escrito, é divertido, é verídico e...
"Conhecer gente pela internet e depois encontrar na vida real parece ser um medo da maioria das pessoas que se relaciona com o mundo virtual de alguma forma ou que, pelo menos, lê jornal de vez em quando (alguém ainda lê jornal? Enfim... )
Entre tantas histórias de tragédias, vou engrossar o coro com uma tragédia pessoal.
Lá pelos idos de não-sei-quando, ainda em tempos de Orkut (onde eu era uma militante ativíssima das comunidades, diga-se), conheci um sujeito morador de Suzano –SP, que até hoje não sei onde fica. Policial civil mas com uma cara tão inofensiva quanto a de um filhote de canguru. Ele tinha os olhos esverdeados e a pele morena, o que na época era um fraco meu... e logicamente fez o moço parecer interessante. Eu e essas minhas nóias que só me fodem.
Conversamos por MSN bem uns 2 meses... ele era engraçado, tinha cada tirada q me arrancava gargalhadas na frente do computador.. patético, ok.. mas humor chega a ser diferencial MESMO, porque não é todo mundo que tem essa sagacidade do timing certo de uma conversa bem humorada (desse mal você não morre, Irineu). Um dia me deu um tilt e resolvi ir pra São Paulo-capital pra conhecer o dito cujo. Na época morava no interior sul do RJ, o que me renderia umas cinco horas dentro de um Cometão rumo à rodoviária do Tietê. Lindo isso.
Inventei uma desculpa qualquer em casa que fosse um bom álibi pra me dar o dia inteiro de ausência e parti rumo à Cidade Maravilhosa paulistana, só que não.
Chegando na rodoviária do Tietê, catei um canto pra sentar e fiz uma ligação pra dizer que já tinha chegado e dar minha localização. Tive a oportunidade de observar a multidão por bons 10 minutos, vendo todo tipo de figura que circula por ali. Casais se encontrando, retirantes indo ou chegando do Nordeste (coisa que já vivi tbm..rs.. mas é papo pra outra hora), gente estudando, gente dormindo, e gente caminhando com flores na mão.
Firmei o olho em um cara que vinha ao longe, bem alto e magro, com uma camisa listrada no melhor estilo “cor sim, cor não”, meio saltitante, com um sorriso débil no rosto, uma calça jeans quaaase pescando siri – as pernas eram bem compridas, devia ser difícil pra ele comprar calça – e um tênis que faço questão de não lembrar como era.
Legal ver alguém feliz na multidão, né?
Não.
Ele tinha algo na mão.
O que será?
Ah, uma cestinha de vime com flores.
Já trabalhei em floricultura. Vi que era uma begônia (a plantinha mais clichê do Sistema Solar, perdendo só para as violetas e os Kalanchoês – e puta merda, me dá raiva só de lembrar) vermelha, dentro da bela(!) cestinha de vime, com um baita frufru no alto.
É... algumas mulheres adoram receber flores. Que legal, love is in the air. Certeza que não é pra mim… não tenho namorado nem ficaria deslumbrada com essa frozinha.
Mas era.
O cara estiloso estava vindo na minha direção.
O saltito era pra mim, o sorriso débil talvez fosse pela alegria do encontro COMIGO e as begônias também eram pra mim, bem como aquele modelito pensado desde quando falei que viria. Céus !
Oi, oi. Presente pra você. Ai, que fofo.. obrigada! (fofo é muito ruim. E eu sou bem escrota, tem hora). E aí, pra onde vamos? Ah, não sei, você é meu anfitrião.. to contigo. Ta, então já que você gosta muito de natureza, vou te levar pra um lugar que você vai adorar. Massa!!
Entrei no carro, não conheço lhufas de São Paulo. Andamos, andamos, paramos, descemos e começamos a andar num lugar bonito, arborizado, com umas lagoas, bastante gente, criancinhas, algodão doce, pipoca e artistas performáticos no meio da multidão.
Sentamos num gramado na beira de um lago menor do que o que parecia ser o principal e ficamos observando os patinhos ou marrecos ou sei lá o que. Papo vai, papo vem, “ah, você já tinha vindo aqui? Não, tinha não... Então agora você já pode dizer que conhece o Parque do Ibirapuera.
Ok, produção ! É isso mesmo?
Tudo massa, tudo legal, eu praticando fortemente o princípio de buscar o melhor em cada situação da vida, vamulá.. Ele só quis te agradar, seja agradável. Respira.
Nossa, que legal.. esse parque é bem famoso, né?
É, eu já conheço o famoso ‘Ibira’ e o banheiro da rodoviária do Tietê ganhou um enfeite naquele dia.
Lola Bunny"
Lola Bunny é uma pessoa que se pode amar de vez em quando.
Não. Fala que a Lola Bunny escreve sob efeito de substancias psicotrópicas pra contar historias das quais não lembraria estando careta... Ou se lembrasse, não contaria pra não dar cartucho pra futuras zoações.
Lola Bunny se preserva. Às vezes.
Seja como for, Lola Bunny tem personalidade e estilo.
Update: Lola Bunny já foi informada sobre Suzano, Poá e Ferraz de Vasconcelos.
domingo, 17 de março de 2013
Luz!
Era pra botar isso no blog de foto, mas acho que tem lógica botar nesse aqui, que esse assunto é novo pra muita gente.
Pois é, agora eu ando no mato e faço foto desse jeito. Quem quiser que me acompanhe.
"Vê se tira foto direito de escalada!"
Essa não tá direito, que se escala com mãos e pés e não com corda e cadeirinha. Mas essa luz...
quarta-feira, 13 de março de 2013
Irregular?
Muita gente condena placa preta. E com razão, porque sempre tem um gerson que quer levar vantagem de algum jeito.
Já falei disso aqui e já repercutiu mal. Dessa vez faço diferente: deixo outros caras falarem.
No ótimo blog da Home-Page do Passat tem um post sobre o tema, cujo título é Placa Treta.
O carro que originou o post é esse aqui:
Já falei disso aqui e já repercutiu mal. Dessa vez faço diferente: deixo outros caras falarem.
No ótimo blog da Home-Page do Passat tem um post sobre o tema, cujo título é Placa Treta.
O carro que originou o post é esse aqui:
Como se vê, um belíssimo Passat TS com... 3 portas!
terça-feira, 12 de março de 2013
Dwarf!
Daí o cara resolveu fazer um Mercury 1949 menorzinho, à mão, na garagem dele, com a ajuda de vizinhos. Esse sim é o sonho americano. O carro anda, claro. Até a edição do vídeo logo abaixo, umas 30.000 milhas. Nos videos mais abaixo, outros carros anões do cara.
E o resto não tem a menor importância.
Automático ou manual?
O título, claro, é uma pegadinha. Não é segredo que faço fotos de vez em quando quase o tempo todo. Acho legal, isso.
Mas acho esquisito gente que compra câmera legal e usa no moto automático. Se é assim, muito melhor usar só um telefone que tenha uma boa câmera, não?
E acho mais esquisito ainda perguntar pra essas pessoas se tão usando o modo manual pra fazer as regulagens devidas e com isso conseguir efeitos realmente legais nas fotografias, além da necessária boa composição, claro, e obter a invariável resposta de que "é complicado e toma muito tempo fazer as regulagens".
?
Mas, insistente que sou, achei esse ótimo video apresentado por Flavio Lamenza, que foi roubado dos blogs eusoufotografo e chongas.
Então vamos ver como usar o fotômetro, que acho que só aparece no viewfinder se a câmera estiver no modo manual:
Tem mais gente postando videoaulas no Youtube sobre fotografia. Uns mais competentes, outros menos. Escolhi esse porque é engraçado, além de competente.
Mas acho esquisito gente que compra câmera legal e usa no moto automático. Se é assim, muito melhor usar só um telefone que tenha uma boa câmera, não?
E acho mais esquisito ainda perguntar pra essas pessoas se tão usando o modo manual pra fazer as regulagens devidas e com isso conseguir efeitos realmente legais nas fotografias, além da necessária boa composição, claro, e obter a invariável resposta de que "é complicado e toma muito tempo fazer as regulagens".
?
Mas, insistente que sou, achei esse ótimo video apresentado por Flavio Lamenza, que foi roubado dos blogs eusoufotografo e chongas.
Então vamos ver como usar o fotômetro, que acho que só aparece no viewfinder se a câmera estiver no modo manual:
Tem mais gente postando videoaulas no Youtube sobre fotografia. Uns mais competentes, outros menos. Escolhi esse porque é engraçado, além de competente.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Como ligar um F1
Tá certo que é um carro antigo, já. Mas os antigos são bem mais bonitos que os atuais, eu acho. Mas vejam só que interessante o procedimento pra ligar um motor Judd:
E depois de ligado, uma voltinha num aeroporto:
E depois de ligado, uma voltinha num aeroporto:
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