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sábado, 27 de setembro de 2014

F5A, 1978

Tem post aqui que mostra o F5A andando bem, mas não com o Emerson guiando. Injustiça reparada.

Alá:

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Sebastian Vettel and Gerhard Berger at Red Bull Ring 2014

Tá, tá tá. Tão falando em alemão, eu sei. Mas vejam a dificuldade do jovem e multi campeão piloto em manejar um câmbio convencional. 

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

TS 19 @ Monaco

Lembram do F5A @ Silverstone? Então olhem o mesmo cara, Ollie Hancock, guiando um Surtees TS 19 em Monaco, em 2012.

O cara leva jeito.

1973, Nurburgring




Dica é do Alexandre Calleja Alcaniz, que tinha uma Caravan SS, que, todo mundo sabe, quer dizer Super Simples.

terça-feira, 11 de março de 2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Fluídos

Se você não consegue enxergar carros de Formula 1 nesse video, parabéns. Está condenado a discutir pra sempre se Ayrton Senna era mesmo melhor que Nelson Piquet e Alain Prost e cantarolar o maldito e global tema da vitória.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Juan Manuel Fangio

Garimpo do mestre Ricardo Divila. Apareceu no Facebook. E tem gente que não tem/não acredita esse tipo de comunicação instantânea...

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

F8, F9...

Não tem muita foto dos Fittipaldi de F1. Achei um monte faz um tempo e tinha esquecido. Mas tão nesse link aqui. Uma mais linda que a outra. Acho que todos os Fittipaldis de corrida eram fotogênicos. Todos. Desde o Fitti-Volks. 


Tem até foto de maquete de carros pra estudo aerodinâmico. Vale e muito a visita.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

domingo, 29 de dezembro de 2013

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O efeito Coanda

Não sou engenheiro e nem entendo muito de carros, como todo mundo sabe. Apenas me aprofundo em alguns assuntos. Os que me parecem mais interessantes. Um desses é o fato dos carros de Formula 1 terem sido obrigados a abandonar o efeito solo. Na época (faz tempo, isso), achei que nunca mais nenhum F1 ia andar bem outra vez, no nível que andava.

O efeito solo, como todo mundo sabe hoje, era baseado em perfís análogos a asas de avião montadas invertidas no lugar dos side pods dos carros, e com dispositivos que impediam o ar que escoava externamente e por sobre as carrocerias de entrarem embaixo do carro. Criada a zona de baixa pressão sob o chassis, tava feito o crime. Os carros ficaram muito mais rápidos em contorno de curva do que jamais tinham sido. Tudo teve que ser revisto, desde a dureza das suspensões e das laterais dos pneus até o próprio modo de pilotagem.

Em seguida veio o fundo chato e a proibição das saias laterais, levando embora muito da capacidade de contorno de curva dos carros.

Mas a F1 sempre foi laboratório de experimentação. Aerodinâmica, notadamente, desde os anos 80. Os carros de F1 tem muito mais da aviação do que do automobilismo, na verdade.

O romeno Henri Coanda foi o primeiro a estudar a aplicação prática do princípio de que um flúido tende a permanecer aderido a uma superfície curva (mas não muito).

Não vou, claro, explicar isso, o que deixo a cargo de Enrique Scalabroni, um argentino bom de design de carros de corrida e com ótimo curriculo em equipes de competição e fabricantes de carros de corrida. Pra quem gosta de carro de corrida (e Engenharia de modo geral), um filmáço. Pra quem não gosta, perda de tempo.

Sorry. Pelo menos o sotaque 'scalabronico' ao falar inglês é divertido. 

Alá:


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Shark nose...

...and full body.

Showichi Kaneda faz essas esculturas (sim! São esculturas) belíssimas aproveitando a forma esguia dos tubarões e lhes aplicando apêndices aerodinâmicos e decoração de carros da Fórmula Um. Demais!

Alá:






A dica, via famosa rede social, é de Cassio Kempers.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Williams & research

Agora tem computadores, simuladores e complexos modelos matemáticos que ajudam os projetistas a acelerar o processo de concepção e fabricação de um carro de corridas. Não foi sempre assim. E os carros de corrida de antes dos computadores andavam bem também por conta da intuição e da curiosidade investigativa dos projetistas.

Se você não gosta de engenharia, carros de corrida, não fala inglês e não tem tempo sobrando, nem perca seu tempo.

Mas se você é de Sorocaba e gosta de carros radicalmente rebaixados, vai gostar muito da experiência feita a mando do próprio Frank Williams em função da mudança iminente do regulamento, que iria proibir as minissaias laterais móveis nos carros-asa, de tirar de vez as molas e rebaixar o carro ao máximo. Isso tá lá pelo minuto 26 em diante.

Alá:

terça-feira, 20 de agosto de 2013

1973, F1, 72D/E

Em 1973 a equipe Lotus perdeu um campeonato que era líquido e certo. Tão líquido e certo quanto pode ser a previsão do resultado de uma corrida de carros. Mas que estava com a faca, o queijo e a goiabada na mão, estava. Sem a definição de um primeiro piloto (só pra lembrar, tinha dois: Emerson Fittipaldi e Ronnie Peterson), deu no que deu. Jackie Stewart, se aproveitando da situação, ganhou o campeonato naquele ano.

Do ponto de vista do JPS Team Lotus, com várias tomadas que eu não tinha visto antes e muito legais por sinal, tá contada a história dessa temporada.

É o caso de reservar uma horinha, se abastecer de Coca Cola cretinamente gelada (sem pedras de gelo, bem gelada mesmo e sem limão também), uma travessa com pipoca recém feita (óleo e sal, só. Nada de manteiga) pra ver esse video:

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Martin Brundle

O cara não guia mais carros de formula 1 em competição mas fez coisa muito mais interessante: comparou carros de F1 de diversas épocas.  Vejam os videos a seguir, que são interessantíssimos. Tanto quanto os carros testados:





Esses videos fazem parte de uma matéria que comemorou 60 anos de existência da Formula 1. Faz um tempinho, portanto, que foram ao ar. Tem mais mas vocês procuram. Garanto que vale a pena vê-los e ouvir as impressões do Martin Brundle.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Embaraçosamente rápido


Por conta do famoso Lotus 79, o primeiro F1 construído dentro do conceito wing car, Gordon Murray acabou desenhando uma outra alternativa já que o largo boxer Alfa Romeo de 12 cilindros não permitia a instalação de asas invertidas ao longo do chassis, até a traseira do carro. Essa alternativa foi um ventilador, que sugava o ar sob o carro. Também atuava na refrigeração do carro, vai.

Nas palavras do próprio Gordon Murray, o carro era embaraçosamente rápido.

A Brabham, à época, pertencia a um baixinho chamado Bernard Ecclestone.

Esse carro foi usado como moeda de troca. Ecclestone trocou a possibilidade de vencer o campeonato da quele ano na modalidade barba, cabelo e bigode pela... Formula 1 inteira.

He he he...

terça-feira, 14 de maio de 2013

Farofa, pneus e pitstops

"Fóóóóóórmula Um!"

Sempre achei bacana a entonação que o Cid Moreira usava pra destacar os assuntos no global Jornal Nacional. Especialmente quando era F1, o tema.

Nessa época eu ainda gostava de carros de corrida na proporção inversa ao business gerado por eles. Isso permanece, mas mudou o rate. O business torna a disputa na pista cada vez mais artificial. Aliás, qualquer interferência externa torna artificial a disputa na pista.

De todo modo, a choradeira da moda é o desempenho pífio dos pneus Pirelli. Como o que vale "pro curriculo" sempre é o último desempenho/resultado na pista, todas as memórias, pen drives e chips da Tim (Claro, Oi e Vivo também, por que não?) estão carregadas com imagens parecidas com esta aqui:


O tempero sempre mutante dessa relação entre carro de corrida e business foi bem sacado pelo Beegola, aka Wagner Gonzalez, nesse texto aqui.