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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Shark nose...

...and full body.

Showichi Kaneda faz essas esculturas (sim! São esculturas) belíssimas aproveitando a forma esguia dos tubarões e lhes aplicando apêndices aerodinâmicos e decoração de carros da Fórmula Um. Demais!

Alá:






A dica, via famosa rede social, é de Cassio Kempers.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Ferrari 312 & Jacky Ickx


Depois de um tempão, Ickx revê uma 312 que ele pilotou em 1968. Será que ele se arrependeu de ter dado alguma sarrafada exageradada no carro? Eu me arrependeria.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Lusso


Mr. Chen mostra como um carro desenhado nos anos 60 pra simplesmente levar uma pessoa do ponto A ao ponto A outra vez (quem tem bom senso não deixa um carro legal estacionado na rua e muito menos confiado a um manobrista), sem nenhum tipo de assistência, sem rádio e sem ar condicionado pode ser tão prazeroso.

Mais uma dica do espevitado L.O., também bastante atento a seus próprios brinquedos (só que os dele são bávaros).

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Rush, o filme.

A foto, peguei a esmo. Mas tem um monte. Pena que o fotógrafo incline 
a câmera em alguns clicks, estilo que não me agrada nem um pouco.  

Já tinha falado sobre o filme aqui e aqui, faz um ano mais ou menos.

Tem fotos, feitas por Nichola Aigner, neste site aqui.

Existe um campeonato que usa carros antigos de F1, o Thoroughbred Grand Prix. Foram esses carros e esse staff que abasteceram os sets de filmagem de Rush. As fotos do site aí de cima foram feitas numa pista sem uso de um aeroporto.


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

1970, 312P

Descobri sem querer o site sobre Tony Adamowicz, que correu por vários anos com os mais diferentes carros legais. Ainda anda, aliás. Óbvio que recomendo fortemente a leitura. In English, of course.

Dentre os vários carros que ele guiou está a belíssima Ferrari 312P, exclusivamente usada em provas de longa duração e equipada com o então motor de F1 de 12 cilindros e 3.000 cc.

Esta aqui:


O relato da edição das 24 Horas de Le Mans dessa participação do T. A. com a 312P em 1970 começa aqui.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

512. S ou M?

Lá no começo do OIF eu contei como foi que entrei no mundo dos carros de corrida, e já com um texto roubado apesar de escrito por mim mesmo, tirado do blog do Gabriel Marazzi.

Pra não perder o costume, roubei a foto da 512S personagem daquela crônica do blog do Jovino.

Então, alá o carro de corrida mais fabuloso do universo:


Só que eu acho que essa 512 é M e não S por causa da traseira aberta e da tomada de ar para as cornetas de injeção. Mas não vem ao caso agora.

Coincidentemente, um dos pilotos dela à época morreu no começo deste ano. O Mr. Momo, Gian Piero Moretti.

terça-feira, 20 de março de 2012

24 Horas

Tem três filmes que eu gosto de verdade. Esse é um deles. Sem mais perda de tempo, só as sequências com carros andando. Alá:





segunda-feira, 2 de maio de 2011

Pra começar

Pra começar, tomo a liberdade de roubar um texto publicado no blog do meu amigo Gabriel Marazzi que fala um pouco da minha enorme paixão por corridas (mudei alguma coisa aqui e ali, mas o texto é meu mesmo...):

"Dia desses, surfando na internet, me deparei com um post num blog de fanáticos que tinha a ver com carros que de alguma forma capturam ou capturaram nossa atenção. O título do post era Eye Catcher, acho.

Eu já comprava as revistas Quatro Rodas e Auto Esporte desde muito cedo e viajava nas bonitas formas aerodinâmicas dos carros de corrida de então. Já conhecia a maioria dos carros por nome e já tinha decorado suas fichas técnicas. Carros, especialmente os de corrida, já ocupavam grande parte da minha vida. Tanto assim que tentei convencer minha professora do 2° ano primário a trocar seu VW Sedan 1200 por um carro projetado por mim, baseado no Mildren Alfa que competia na Copa da Tasmânia.

Lembrei então da primeira vez em que fui levado pelo meu pai a Interlagos. Foi em 1970, na Copa Brasil, que aconteceu na onda da primeira invasão brasileira bem sucedida nas pistas européias. Vários protótipos e carros GT europeus vieram medir forças com a nata do automobilismo brasileiro da época. Uma Ferrari 512S vermelhíssima passou pela reta dos boxes no exato instante em que nos preparávamos, eu e meu pai, para subir a escada da arquibancada logo em frente. Em quinta marcha, a caminho da curva Um, muito acima dos 200 km/h e deixando um rastro de borracha, sinal de que o V12 naquele ponto da pista ainda tinha muito a empurrar.

A 512S vindo em minha direção com o barulho agudo do motor e do vento contornando sua carenagem se tornando cada vez mais altos, a explosão ao passar bem diante do meu nariz e se tornando mais grave por conta do efeito Doppler enquanto se afastava na direção da curva Um capturou minha alma para sempre.

Um dia eu tinha que guiar um carro naquele mesmo lugar."

É. Passou um tempão e a febre não arrefeceu. Continuo extremamente ligado em corrida de carro e kart. "Ajuda" muito o fato de ter vários amigos que também gostam disso.