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terça-feira, 14 de julho de 2015

SpeedMaster



Você é daqueles que nunca usa o freio traseiro da moto? Ou é daqueles que só freia com o freio traseiro porque o da frente faz capotar?

Hum...

Então deve acreditar na loira do banheiro também.

O cara que me ensinou a andar rápido de moto em autódromos por acaso é meu primo Tite, dono do curso SpeedMaster. Apesar de todo quebrado e cheio de limitações nos movimentos do corpo, não faço feio. Por obra e graça dele, o primo.

Entonces recomendo fortemente, que o cara manja.

Vão lá ler a auto entrevista no blog dele.





 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Race car acelerado

Vocês lembram do despretensioso Escort que mostrei faz mais de dois anos, não?

Não.

Memória, HD, cartão e pen drive apagam fácil. Mas tá nesse link o post. Vale a pena ler antes de assistir o video a seguir, que é uma produção legal dos Acelerados (tem no Youtube. Vão procurar).

O próprio Andreas Matteis fala do carro. Muito legal. De verdade.



sexta-feira, 11 de julho de 2014

O Passat das Mil Milhas de 1993

Eu capturei um frame do filme de baixa qualidade e velho. A foto, é claro, ficou feia. Mas vale o registro.

Alá:

 

sábado, 5 de julho de 2014

Aspirantes


Num Gol 1.6 com motor refrigerado a ar idêntico a esse aí de cima eu me sentia bem, ergonomicamente falando, depois de ter dado uma das minhas famosas mega porradas de moto. O critério da escolha não foi pelo desempenho mas sim pela facilidade de acesso, disposição dos comandos e conformação do banco do motorista.

Mas o tempo passou, eu sarei e o Jornal da Tarde publicou uma matéria mega interessante no caderno de esportes. O Expedito Marazzi, dono do Curso Marazzi de Pilotagem, ia promover corridas para alunos e ex-alunos com carros de rua sem modificações tendo motores de até 1.800 cc.

Telefonei pra ele pra confirmar isso e era verdade. Resumindo, eu ia correr com meu Gol contra carros bem mais potentes.

Mas eu não me lembro muito bem dessa primeira corrida na categoria Aspirantes, a não ser que a largada foi montada a critério do Expedito, e ele me botou lá atrás do grid, além do vigésimo lugar, que a corrida terminou já sem luz do sol, que eu passei gente pra caramba de qualquer jeito e que terminei em oitavo lugar. Perguntei ao jornalista, brother, ex-instrutor do Curso Marazzi e mega boa gente Claudio Reis se lembrava de alguma coisa sobre essa corrida e...

Ele conta:

Claro que lembro…hehehe

Aquela prova era meio maluca. Era a primeira prova de Aspirantes da história, uma categoria que acabou redundando na Turismo N, que não existia. A ideia foi minha, do Julinho e do Milton Vieira (os três instrutores de então) e do Marazzi.

Os carros eram de rua, sem santo-antonio e qualquer ítem de segurança. Eram admitidos quaisquer carros, até 2 litros e os drivers eram (quase) todos alunos do Curso Marazzi de Pilotagem. O “quase” ficou por minha conta, que entrei de bicão no grid, com meu Voyage 1.6.

Fiquei com a pole, ladeado por um Monza 2.0 Fase 2 zerinho, do Albert Nokleber – que era ex-socio do Ney Faustini -. Depois da largada caí para terceiro, atrás do Monza zerinho (e indisfarçavelmente “mexido”) e de um Escort XR3, que não lembro de quem era. Algumas voltas depois já colocávamos uma volta no pelotão da merda. Foi ai que vi, na saída da Curva 2, um Golzinho doido que vinha fazendo diabruras e fechando todo mundo. Era um cara que era a fuça do Ayrton Senna, um dos novos alunos com quem simpatizara de cara, pois era bom de papo e meio maluco…

Na passagem fiz sinal para colar no meu carro e vir no vácuo. O Golzinho veio na bota por um tempo, mas, claro, não conseguiu acompanhar.

O tal do Nokleber queria vencer a todo custo – ele tinha uma certa desavença com o Faustini e queria mostrar que também era bom piloto – e forçava muito. Acabou errando na entrada da Curva do Sol e saiu capotando varias vezes para a parte de dentro da pista. Como eu estava lá de inxerido (e já tinha corrido na Hot Car com meu Opala), freei forte e parei para socorrer o cara. Naquele tempo não tinha JP Salva e serviço médico. Como os carros não tinham santo-antonio ne preocupei e resolvi socorrer o cara. A capota virou uma pizza e colou no alto da folha de porta… Só tinha um espacinho de nada, onde vi o cara lá dentro. Consegui abrir a porta e tirar o “Betão” de lá, coloquei no meu carro e levei para os boxes…

Claro, o Ambulatório estava fechado com corrente e cadeado! Limpei as feridas do cara com álcool do meu tanque de combustível. Sorte que era pouca coisa. A corrida acabou e não vi quem ganhou. Acho que foi outro Monza, de um tal de Eduardo. De repente entrou um cara correndo no meu box, com uma baita galera atrás dele e se escondeu atrás de mim, pedindo para eu ajudar e não baterem nele…hahaha Era o piloto do Golzinho a ar, que tinha esbanjado trancadas na pista… Lembra disso?

Sim, Claudio. Lembro disso e sou eternamente grato. Esse Golzinho a ar foi devidamente preparado e chegou a ganhar uma corrida, mais adiante. E depois ainda quase matei meu primo.



sexta-feira, 11 de abril de 2014

Amadores



Corridas de amadores aqui, pelo menos em São Paulo, são reserva de mercado de grandes equipes que lotam boxes inteiros com vários carros. Leva-se macacão, capacete, um par de luvas e grana, só. Não é exatamente o que ocorre com los hermanos, que vivem recolocando seus cabos de acelerador por si mesmos.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

7.960 II

Emerson, seus 537 dentes, suas duas costeletas gigantes e seus óculos de sol fabricados a partir de dois parabrisas de Puma GTS mostra didaticamente como se andava na pista antiga de Interlagos, a bordo de um Ford Maverick. Os mais espertos vão notar que não é o modelo feito no Brasil, meses depois.


A dica é do boa gente Wilson 'Xué' Payossin.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Sto. Antonio

Lembram da Amanda Whitacker? Aquela gracinha que guia horrores e deu um estampão medonho?

Pois então, olha só a sequência de fotos muito bem capturada e publicada na época pelo jornal The Sun:




As poucas linhas que descrevem a sequência apontavam (em 2009) Amanda como a mais bem sucedida pilota da Inglaterra, o que me leva a perguntar o que a Susie Wolf tá fazendo na F1. Será que ela é tão capacitada quando a fofíssima Amanda?

Santo Antonio, fanfarrão que é, salvou-a de quebrar o pescoço mas meteu-a num casamento. 


sexta-feira, 21 de março de 2014

42


Quarenta e dois. Assim que Ayrton Senna era conhecido no kartódromo de Interlagos. E era o 42 que a gente corria pra ver andando, quando ia pra pista. Um cara quieto. Tímido, até. Mas boa gente.

Me incomoda o tanto que o mitificaram. Era um cara como qualquer outro, só que mais dedicado um pouco. E mais determinado.

Sem galvãobuenificar e sem pachecar, Lucio Pascual Gascón, o Tchê, seu primeiro preparador, conta várias histórias legais sobre Ayrton numa entrevista bem conduzida pelo Jayme Barbarisi aqui nesse link. Podem pular já pro minuto 27 (acho), que é quando começa o assunto Senna.

Os dois campeonatos mundiais que lhe foram tomados, seus motores míticos, o aprendizado com o Tchê, a rivalidade com Chico Serra, o pega com Waltinho Travaglini, o Tchê conta tudo.

A fotografia eu catei do Ricardo Becheli, que tava nesse grid mas mais pra trás. O cabeludo de camiseta branca é o Tchê.

domingo, 18 de agosto de 2013

Vintage kart. Très chic

E não é que meu amigo Clay Lopes foi convidado pra participar de um mega evento de kart antigo na Austrália?

Alá nas as primeiras páginas do convite quem é que aparece nas fotos:



Na primeira página, ele: Ayrton Senna. E não ganhou nenhum mundial de Kart. Na segunda página, na última foto, de capacete branco e macacão coloridão, Clay, num evento que participou na Itália. Tchê, o lendário preparador, também aparece nas fotos usadas no convite mas não consegui achar.

Não é todo mundo que é convidado pra participar de evento desse porte. 

Mas a Austrália fica longe...

Update

Não é o Clay que está na última foto da segunda página do convite de macacão coloridão. Ele está nessas fotos, feitas num evento parecido em Jesolo, Italia. 

Aqui:



sábado, 10 de agosto de 2013

Traverso x Di Palma

Pilotos que estão no mesmo nível e que pilotam carros ou motos com desempenho parecido acabam se encontrando na pista. De um jeito ou de outro. Foi o caso de El Flaco Traverso e Marcos Di Palma, filho do grande Luis Di Palma. 

O desfecho deste pequeno video é raro.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Juan Maria Traverso y la tecnologia.

Bom, el Flaco é ainda um ídolo na Argentina. Tanto pelo jeito que guiava carros de corrida como pela atitude fora da pista. Dono de opiniões fortes, concordamos, ele e eu, em vários aspectos. Esse é um deles:


E o cara tá certo. Tecnologia da NASA é pra foguetes. Carro de corrida tem que ter conexão com carros de rua.


Naufrágio

sábado, 20 de julho de 2013

Over, under & neutral steer

Oversteer:

Neutral steer:

Understeer:

Imagem é sempre melhor que palavras. Então tá aí, pela ordem: carro que sai de traseira, carro que não sai de nada ou sai por igual nos dois eixos e carro que sai de frente.

Peguei Volkswagens de propósito. Os três são bem parecidos, mecanicamente falando. Nesses aí o que muda é o acerto em função do estilo de pilotagem do dono/piloto. Menos no caso do Voyage, que devia estar com algum problema grave. Eu tava lá e vi o tanto que o piloto do Voyage tava sofrendo pra fazer o carro andar dentro da parte cinza escura da pista. 

domingo, 14 de julho de 2013

Indy, 1911

Ray Harroun.

Era uma das senhas aleatórias para acessar o jogo Indy 500, então uma maravilha que rodava em 16 cores no meu PC AT 286. Foi o cara que ganhou a primeira corrida no brick yard. Lembrei disso ao ver esse video sobre a primeira edição de uma das corridas mais famosas e tradicionais do mundo.

Fica, então, o registro. Quem fuçar no Youtube acha mais.