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sábado, 25 de janeiro de 2014

Scootering

Manhã ensolarada, aniversário da cidade de São Paulo, a bordo de Vespas e Lambrettas.

Concentração na Rua Tutóia.



Sim! Isso é um rodoar de caminhão.

Enchente? Não é problema pra quem conta com bote salva vidas.



domingo, 20 de outubro de 2013

GT 1967

Modificar carros. Sonho de muitos, habilidade para poucos. Faz certo tempo eu queria trocar uma moto por algum carro com mecânica VW refrigerada a ar pra modificar o motor. Qualquer VW a ar servia. Podia ser Brasilia, fusca, buggy ou Puma. Acabei comprando um Puma. E modifiquei o motor. Agora é um 1.600 cc ardido, com cabeçotes e válvulas modificados, comando de válvulas com maior permanência, outro sistema de ignição, etc, etc e uma dupla de carburadores HPMX Empi 44 lindos de morrer.

Mas comprei o mais comum dos Pumas. Um GTE 1980. Pouco mudou esse carro desde sua primeira versão, de 1977, até a última, de 1980, e certamente foi o Puma mais produzido da face da Terra.

Aceitável, então, que se lhe modifique o dono, se assim quiser. Mas que é difícil ver um GTE desse período modificado com bom senso e gosto...

Tanto mais antigos, menos produzidos e portanto mais raros e valiosos, são os Pumas. Os primeiros, então, com mecânica DKW (chassis encurtado, alavanca de câmbio no assoalho. O resto é igual ao carro que lhe cedeu a mecânica), são bastante raros e muito bem cotados no mercado de antigos.

Restaurar um Malzoni (seu primeiro nome, em 1966) ou um Puma GT (de 1967) já é tarefa penosa para quem não o conhece direito. Modificá-los, então...


Mas foi uma tarefa que Stefano, dono desse raro GT 1967, encarou corajosamente tanto pela dificuldade do projeto como pelos inevitáveis ataques de aficcionados tradicionalistas pela marca. Comprado há mais de 30 anos em estado de sucata, ficou encostado até pouco tempo atrás quando começou a ser extensamente modificado.

Pouco sobrou do belo Puma original. Agora esse carro tem motor dianteiro (como era antes, só que em outra posição, bem recuado em relação ao eixo dianteiro, e tração traseira. Não usa mais o chassis em X do DKW e sim um construído especialmente, com perfís retangulares e bem parecido com o chassis do Puma GTB. Tem eixo traseiro tipo hotchkiss de Opala e suspensão dianteira do Chevette.

O motor é o manjado VW AP:



Pinças de freio Brembo e discos nos quatro cantos:


Sem entrar no mérito do desenho do carro, as modificações foram muito bem feitas em fibra de vidro. As novas frente e traseira encaixam perfeitamente na carroceria de quase 50 anos. Os forros de porta foram muito bem executados, assim como todo o interior do carro. Os quadros das janelas laterais, calcanhar de aquiles de todos os Puma, foram substituídos por extensões em fibra de vidro:



Curiosamente, a vigia traseira é nova e foi comprada quase na mesma época que o carro. É de plexiglass:


E a traseira:


Uma coisa é certa: o carro foi muito bem feito e desperta curiosidade e interesse. Durante todo o tempo que demorei pra fazer essas (e outras) fotos, Stefano foi assediado e assolado por centenas de perguntas e comentários. 

Definitivamente, esse GT 1967 não passa desapercebido.

terça-feira, 16 de julho de 2013

ISS

ISS é international space station e não imposto sobre serviços, neste caso. Pra quem teve curiosidade de saber como é e não quis procurar ou pra quem nunca teve curiosidade, achei um video legal. Tá aí embaixo (ou em cima, ou ao lado, considerando ambientes de microgravidade).

Minha impressão? Uma mistura de  UTI (CTI, em alguns estados) de hospital e quarto de adolescente bagunçado e high tech.

Alá:


Dá pra acompanhar a estação em tempo real aqui.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Making of

De vez em quando acompanho algum teste pra alguma revista, geralmente cumprindo uma função que só quem gosta de andar de carro ou moto compreende, que é dirigir.

Eventualmente fotografar.

Foi o caso do teste de 1.000 km da Suzuki V Strom 650A.

Essa moto aqui:


Na moto, Eduardo Zampieri, aka Minhoca. Em volta da moto, um kit que custa R$ 4.000,00, que compreende umas bolsas (4 delas) de "prástico" e a estrutura que as suporta, um protetor de alumínio pro motor e pro escapamento (tá certo, vai, que é bem estiloso), um parabrisa gigante e o freio ABS, acho.

Quatro paus...

Normalmente esses testes tem produção barata. Mas mais ou menos barata, que eu não como feijão com arroz e nem carne vermelha. Então a conta já aumenta um pouco por conta da minha comida, que não é "comercial".

He he he...

O outro integrante da pequena trupe é o imprescindível fotógrafo. No caso, o competente Rodrigo Nikon Zaim:

Lente de 300 mm fixa. Lente fixa é pra pouca gente.

"Normalmente a gente usa pro apoio algum carro que esteja sendo testado por outra revista da editora, mas dessa vez não tinha nenhum disponível." O futuro imediato apontou então para 1.000 km à bordo do...

Primeiro de vários reabastecimentos.


...Bongolino!

Sim! Um Kia Bongo VAZIO. Apesar de poder transportar mais de 1.000 kg na sua vasta e devassada caçamba, fomos eu, Rodrigo Zaim, nossas bagagens e bagagens do Minhoca pulando dentro da apertada boleia do caminhãozinho.

Só o Bongolino já justificava eu querer dirigir um monte de quilômetros em dois dias. Fazia tempo que não degustava (se é que isso é possível) um motor diesel, ainda mais um desse tipo, turbocomprimido, common rail relativamente recente, de alto giro e ótimo desempenho.

O carro de apoio nessa pauta tem apenas essa função: apoiar o jornalista-que-cumpre-quilometragem com a moto. Eventualmente é usado para imagens feitas com o tema em movimento, que foi o caso. E eu guiei o câmera car (nome pomposo pro Bongolino) porque não tinha mais ninguém disponível e por já ter feito uma sessão de fotos bem parecida. Bem parecida mas que ficou uma merda um lixo não por ter sido eu o fotógrafo mas porque o motorista do câmera car (uma pickapona americana) não era capaz de dirigir suavemente. Mas este é outro assunto.


O percurso do teste é bem interessante: Imigrantes até o Guarujá, daí pela BR 101 até Ubatuba, então serra de Taubaté até São Luis do Paraitinga, adiante até Campos do Jordão, daí até Santa Bárbara d´Oeste e de volta pra São Paulo. É interessante porque é cheio de locações legais como esta aqui:


É a simpática ponte de Barra do Una, único vilarejo que tinha posto de gasolina (na verdade uma vendinha com uma bomba na porta) em boa parte do litoral norte do estado de São Paulo. Essa pinguela não tinha esses "corrimões" verdes. E uma vez, tendo esquecido o "traçado" e acreditando que a pinguela ficava adiante mais umas três curvas, entrei nela absolutamente de lado com um Fiat 147. Isso lá em 1983 ou 4. Não vem ao caso agora mas ambos sobrevivemos.

Lá no fundo, Ilha Bela:


Enquantos uns trabalham, outros esperam.


Ou passeiam...


Na manhã seguinte...

Vista da varanda da pousadinha legal pra caramba.
Chuva!

Chuva obriga que se tome atitudes sérias:

Saco plástico no pé apenas retarda o inevitável...

Eu é que não saio de dentro do Bongolino. Não botei saco plástico nos pés...



Bom mas, e a moto? Sobre a moto quem fala é o Minhoca, na revista Motociclismo. Vão lá comprar.

Update: As ótimas fotos do Zaim estão aqui. Só clicar em 'fotos'.

domingo, 28 de abril de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Galaxie, 46

Mais um encontro na caixa d´água da Vila Mariana, pilotado pela moçada do clube do Galaxie. Sempre legais esses encontros. Alá:








sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Páteo do Marazzi, o filme


Renzo "Alma Selvagem" Querzoli fez um filme durante o encontro do Gabriel Marazzi. E ele, o Gabriel, explica como funciona a coisa toda.

Só digo uma coisa: funciona, o encontro. O filme, que não consegui postar, tá nesse link aqui.




domingo, 10 de fevereiro de 2013

Scootering

Os ativos donos de Vespas e Lambrettas fizeram um evento legal pra preencher o tríduo momesco com coisa mais interessante que samba e bunda de mulata (se bem que...). Organizaram um encontro nacional. Já é o quarto.

Bem legal, isso.

O eventão tem programação para os três dias de carnaval. No de hoje, dia 10, eu fui. Um mega passeio com concentração incial no estacionamento do estádio do Paca-Embú.

Tendo me livrado vendido meus scooters antigos, me restou ir com o Suzuki, que é apenas velho. Mas tava bom assim mesmo.

Alá:



Gente de todo canto, tinha lá.


He he he... Controlar o quê mesmo?



A menina já sabe que scooter antigo é sujeito a quebras.

Suzukinho emprestado pra organização.
Mais fotos aqui.