sexta-feira, 27 de maio de 2011

This I like


Seeman

Komm in mein Boot
ein Sturm kommt auf
und es wird Nacht

Wo willst du hin
so ganz allein
treibst du davon

Wer hält deine Hand
wenn es dich
nach unten zieht

Jetzt stehst du da an der Laterne
mit Tränen im Gesicht
das Tageslicht fällt auf die Seite
der Herbstwind fegt die Straße leer

Jetzt stehst du da an der Laterne
mit Tränen im Gesicht
das Abendlicht verjagt die Schatten
die Zeit steht still und es wird Herbst

Komm in mein Boot
die Sehnsucht wird
der Steuermann

Komm in mein Boot
der beste Seemann
war doch ich

Jetzt stehst du da an der Laterne
mit Tränen im Gesicht
das Feuer nimmst du von der Kerze
die Zeit steht still und es wird Herbst

Sie sprachen nur von deiner Mutter
so gnadenlos ist nur die Nacht
am Ende bleibe ich doch alleine
die Zeit steht still
und mir ist kalt

quarta-feira, 25 de maio de 2011

This I like

Eu já tinha postado um video de um cara chamado Jorma Kaukonen "fazendo" esse mesmo blues. E aí? Qual versão é mais legal? Essa da Janis ou a do Jorma?




Well, a nickel is a nickel, a dime is a dime
I need a new man, Lord I know I won't mind.
Tell me how long, dear, do I have to wait ?
Can I get you now, dear, must I hesitate ?

Well now, the eagle on the dollar says "In God we trust"
You say you won't obey me, you wanna see that dollar first
How long, dear, do I have to wait ?
Can I get you now, dear, mm, must I hesitate ?

Lord, if the river was made of whiskey an' I was a duck,
I'd just swim to the bottom an' I'd never come up.
How long, dear, mm, do I have to wait ?
Why, can I get you now, dear, mm, must I hesitate ?

Now there's rocks down in the ocean and there's fish in the sea,
I know you mean the whole world to me.
How long, dear, must I have to wait ?
Can I get you now, dear, mm, must I hesitate ?

I got them Hesitation Stockings, I got them Hesitation Shoes,
Lord knows I got them Hesitation Blues.
Tell me, how long do I have to wait ?
Why, can I get you now, dear, mm, must I hesitate ?

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Off with their heads!

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Racha na rua e provas de arrancada. Não tem coisa mais imbecil do que isso. Não vou cair no lugar comum da segurança, falta de civilidade e de educação mesmo porque acho legal andar rápido de carro e de moto. 

Mas todo mundo fala nesse tom. Os caras que esculacham essa modalidade de competição, quero dizer.

Meu foco é o carro. Ou a moto. Pra quê destruir embreagem, engrenagens do câmbio, pontas de eixo e largar quilos de borracha de pneus no chão? Mesmo porque quem faz o show é o carro. Ou a moto.

Se o caso é de ver quem reage mais rápido à luz verde, tá cheio de simulador disso na internet.

Esse post é uma homenagem ao meu amigo Carlos Sato.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Direto do celular



Cães são criaturinhas adoráveis. Desde que não façam cagada. Essas duas aí de cima só fazem cagada. Olhaí em baixo o que a mais escura teve a manha de mastigar:



Lembrei disso porque ontem assistí Marley e Eu, que ainda não tinha visto. Filminho dispensável, bem como a mastigada que a Jô deu no parachoque do Puma.

This I likeD


video

Depois da febre de ouvir Nina Hagen, descobrí a Zarah Leander, cantora pop alemã da época da WWII que se ainda não morreu, tá perto disso. Um dia posto a Zarah cantando essa mesma música. E um dia conto como foi o show que fui ver da Nina. He he he...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

HAKA!


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Quem é que encara um joguinho de rugby contra os All Blacks com tranquilidade depois de uma sessão de Haka?

terça-feira, 3 de maio de 2011

One question



Tudo na vida tem um lado positivo e um negativo. Menos as baterias de nove volts, onde o positivo e o negativo estão do mesmo lado.








This I like


video


Inaugurando esta seção, um cara do qual eu nunca tinha ouvido falar - Jorma Kaukonen. Do blues é ele, óbviamente. A música se chama Hesitation Blues e tem perto de 100 anos. Essa gravação é da década de 70, acho.

Não fui fundo na pesquisa.

Melhor do que ler a respeito é ouvir.

Off with their heads!


video

Se era pra balir, que botassem logo um carneiro pra cantar o hino.

Restaurando carburadores II





O corpo do carburador depois de limpo fica com esse aspecto. A quimioterapia faz milagres. Nessa hora é que a gente avalia a corrosão que o carburador sofreu e se partes importantes (corpo, tampa e corpo da borboleta) devem ser descartadas. Em alguns carburadores raros é o fim final se o corpo, por exemplo, tiver que ser descartado. Depois dos banhos químicos ainda lavo as partes com água e sabão. Em seguida, um bom jato de ar. Pode-se usar cubas de ultrassom pra fazer isso, com resultado melhor ainda. Mas nada bate o ácido que corrói as cerdas dos pincéis de limpeza. He he he...

Se as partes importantes ainda estiverem em condições, pode-se começar a montagem.




Eu gosto de montar o carburador no próprio coletor de admissão, no caso dos solequinhos. Esse coletor da foto também foi lavado quimicamente.




Juntas novas, sempre. E de boa qualidade. Existem vários fabricantes de peças de reposição para os solequinhos. Eu compro sempre numa revendedora de peças de carburador que manda fazê-las, quando não consegue fornecedores bons. Um dia eu conto onde fica.

Depois eu continuo

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Just teasing

Vai ser comum eu interromper um assunto pra começar outro e depois retomar o interrompido. É bom irem se acostumando. O próximo vai ser a história dessa moto aqui:



P.S.: Faltou dar crédito pro modelo. É o Fabrice "Monxtro" Seyller.


Restaurando carburadores I

Começado (finalmente) o blog, hora de engatar marcha acima.
Eu gosto de motores VW refrigerados a ar. Tenho alguns. Um tá montado num Fusca (depois faço um post só pra ele). Outro tá montado num Puma (desse vou fazer vários posts).
Uma coisa que muda a vida de um motor VW a ar é sua carburação.
Carburador é coisa do passado ante modernas injeções de combustível, que até leem misturas exóticas e as adequam ao funcionamento do motor no qual estão instaladas.
Mas carburador é coisa simples, até. Para uns poucos. Desses que vou mostrar aqui eu entendo um pouco. São os Solex 32 PDSIT que equipavam Brasilias, Variants, Fuscas (só os mais legais), Pumas e outros.
Não vou simplesmente mostrar um solequinho (como a gente os chama na intimidade). Vou falar como se restaura um.

Esses aí em cima chegaram às minhas mãos em péssimo estado. Galerias entupidas, algumas peças faltando, gicleurs atarrachados com alicate. Um horror. Depois tem mecânico que fala que motor a ar fica bom é com carburação simples.
Se um ignorante desses aperta um gicleur com alicate, que dirá equalizar e sincronizar os dois com equipamento adequado.

Limpar não tem muito segredo: desmonta-se tudo e separa-se o que dá pra aproveitar do que tem que ir pro lixo. As partes principais (tampa, corpo e corpo da borboleta) devem ser lavadas em banhos químicos. Não vou entrar em detalhes sobre isso. Vai que alguém se machuca e bota a culpa em mim...
É depois da "quimioterapia" que começa a parte legal, com a verificação de cada galeria. Todos os condutos devem estar absolutamente isentos de qualquer sujeira. Se não tiver outro jeito, usa-se um arame bem fino pra testar (e só pra isso) se foi tudo limpo na fase quimioterápica ou se precisa voltar para o banho ácido.

Depois eu continuo

Pra começar II

Sou de Sampa e nascí faz tempo. Ia ao Ibirapuera domingo de tarde, na adolescência. Eu e uma turma grande. Nessa foto tem duas meninas que eram da turma (as duas em primeiro plano).


Essas motos hoje fazem parte de coleções. As que sobreviveram. Nessa época eram novas. Duas delas são facilmente identificáveis: uma Suzuki A50II e uma Honda CB50.


Mas esse post não serve pra falar de meninas-que-iam-ao-Ibira ou de motos.


Serve pra falar de idade.


Da minha, pra ser mais exato. Se bem que isso não tem a menor importância.

Mas a gente andava com motos novas, sem habilitação nem capacete. Isso é viadagem relativamente recente.

De vez em quando saio com amigos que tem filhos com a idade das meninas da foto. Os filhos junto. Geralmente pra andar de kart ou tomar cerveja. Ou os dois.


De vez em quando pergunto o que fazem. Os meninos e meninas dessa idade, quero dizer.


E de vez em quando me pego pensando que a humanidade tá ficando bunda mole.

Pra começar

Pra começar, tomo a liberdade de roubar um texto publicado no blog do meu amigo Gabriel Marazzi que fala um pouco da minha enorme paixão por corridas (mudei alguma coisa aqui e ali, mas o texto é meu mesmo...):

"Dia desses, surfando na internet, me deparei com um post num blog de fanáticos que tinha a ver com carros que de alguma forma capturam ou capturaram nossa atenção. O título do post era Eye Catcher, acho.

Eu já comprava as revistas Quatro Rodas e Auto Esporte desde muito cedo e viajava nas bonitas formas aerodinâmicas dos carros de corrida de então. Já conhecia a maioria dos carros por nome e já tinha decorado suas fichas técnicas. Carros, especialmente os de corrida, já ocupavam grande parte da minha vida. Tanto assim que tentei convencer minha professora do 2° ano primário a trocar seu VW Sedan 1200 por um carro projetado por mim, baseado no Mildren Alfa que competia na Copa da Tasmânia.

Lembrei então da primeira vez em que fui levado pelo meu pai a Interlagos. Foi em 1970, na Copa Brasil, que aconteceu na onda da primeira invasão brasileira bem sucedida nas pistas européias. Vários protótipos e carros GT europeus vieram medir forças com a nata do automobilismo brasileiro da época. Uma Ferrari 512S vermelhíssima passou pela reta dos boxes no exato instante em que nos preparávamos, eu e meu pai, para subir a escada da arquibancada logo em frente. Em quinta marcha, a caminho da curva Um, muito acima dos 200 km/h e deixando um rastro de borracha, sinal de que o V12 naquele ponto da pista ainda tinha muito a empurrar.

A 512S vindo em minha direção com o barulho agudo do motor e do vento contornando sua carenagem se tornando cada vez mais altos, a explosão ao passar bem diante do meu nariz e se tornando mais grave por conta do efeito Doppler enquanto se afastava na direção da curva Um capturou minha alma para sempre.

Um dia eu tinha que guiar um carro naquele mesmo lugar."

É. Passou um tempão e a febre não arrefeceu. Continuo extremamente ligado em corrida de carro e kart. "Ajuda" muito o fato de ter vários amigos que também gostam disso.