segunda-feira, 25 de junho de 2012

Soccer

O Brasil é o país do futebol mas sempre nadei contra a corrente. Pra falar a verdade sempre detestei a perda de tempo que é ver vários neguinhos correndo atrás de uma bola só. Muito mais lógico dar uma bola pra cada um (além das duas geneticamente regulamentares) e transformar a disputa pela posse da bola em disputa pela propriedade dela, condição juridicamente mais estável e perene. Aí podia até botar advogados na parada. Se bem que desconfio que já tem isso...

De qualquer jeito, agora que o Corinthians conseguiu carimbar seu passaporte pra final da Taça Libertadores da América (espero não ter errado o nome da contenda), transcrevo aqui minhas impressões e dúvidas sobre o primeiro jogo que assisti prestando atenção e quase sem avacalhar, do mesmo jeito que botei no meu bloco de anotações (é. Não tomo só tequila):


"Bem, assisti BMG versus IVECO. Interessante, levando em conta que nunca vejo jogo de futebol.

Algumas dúvidas e observações restaram:

1. O juiz tem um cartão vermelho e um amarelo. O meu é gold.

2. Quando o juíz passa um cartão, amarelo ou vermelho, conta milhagem?

3. Tem como mudar o nome do jogo pra Chroma Key e aproveitar o fundo verde pra passar, sei lá, videokê, por exemplo?

4. Quando um jogador dá um chutão e a bola vai pra arquibancada devia valer home run.

5. Só pode variar o corte do cabelo e a cor da chuteira no uniforme. É isso mesmo?

6. Os paramédicos (ou seja lá o nome que for) fazem o quê com aquele spray nos jogadores? 
Reforçam o desodorante?

7. E aquele spray que o juíz passa no gramado? É chantilly?

8. Parece que os jogadores tem carreira curta. Mas aquelas carreiras brancas que delimitam o campo são bem longas, até. Que material é aquele? É importado da Bolívia?

9. Quando dizem que um jogador é crack estão se referindo a quê, exatamente?"

Mais legal de tudo, até já arranjei um time pra torcer. É o XV de Piracicaba. Tô decorando o hino.