sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

1977!

Mil, novecentos e setenta e sete.

Segundo ano de produção dos Puma GT (E e S) já com o chassis da Brasilia. O modelo que eu mais gosto. Esse aqui é um 1977:

Foto roubada do blog do meu amigo Felipe Nicoliello. Quero ver ele reclamar...

Só que fui vistoriar um Puma (não interessa qual ano/modelo/proprietário) e topei com este carro aqui:


Apaguei os caracteres da placa




A gente tem um clube. O Puma Clube. A gente gosta de Puma. Demais (o carrinho é lindo, né!). A gente tenta aprender sobre o carro o máximo que pode. É pra preservar a história do primeiro fabricante brasileiro de carros. 

Não é pouca merda, isso.

E a gente faz vistoria pra placa preta, com a chancela da Federação Brasileira de Veículos Antigos. Podíamos ter escolhido não nos submeter à Federação. Mas escolhemos a sujeição a ela.

Carros e motos de outras marcas a gente também avalia. Se não conhecemos (a gente conhece bastante carro e moto, mas sempre escapa um ou outro), procuramos consultar quem entende de verdade. 

Sempre.

Mas acontece de aparecer de vez em quando um Puma PP (placa preta) que não foi a gente que avaliou. Esse aí de cima é um caso desses. Ele é de 1977. Mas em 1977 não tinha parachoque de borracha. E nunca teve Puma com estofamento amarelo. E nem com duas saídas de escape. Isso configura alteração nas características da carroceria. 

Esse carro é bonito, até, mas nem devia ter sido admitido pra vistoria. Quanto mais avaliado e certificado...

(Só pra lembrar, eu modero todos os comments. Nem adianta me xingar aqui que eu não publico. Estarei no encontro da praça do laguinho em Interlagos no próximo domingo, dia 26, caso alguém queira discutir o assunto pessoal e civilizadamente.)