quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Desbravando um F Vee

Sem conversinha, vamos logo à segunda parte. Ela vai até eu pedir arrego dando sinalzinho com o dedo de que ia entrar no box. Tava um puta calorão e... pilotar demanda considerável esforço físico e mental:


Claro que os comparsas L.G. e L.O. viram a primeira parte. Óbvio que os e-mails trocados entre a gente já estão gigantes, uma vez que gostamos muito de conversar sobre carros. Inda mais sobre esse, sobre o qual conversamos bastante quando ele ainda era apenas uma idéia e um monte de rabisco numa folha de papel.

Nenhum de nós desenha tão bem quanto a Tatiana mas existem sistemas CAD que traduzem em 3D exatamente o resultado das idéias e dos cálculos.

E... claro que a gente já tá pensando onde e como melhorar o já ótimo carrinho.

Só não sei direito ainda como aplicar o resultado disso.

Será que tenho que voltar a pilotar sem ser de brincadeira outra vez?

O dono do carro, o Sergio, fez várias anotações na minha time sheet. Apontou vários erros de pilotagem. E com razão, acho, já que fazia mais de 15 anos que não pilotava um carro de corrida. E nunca tinha andado na pista do ECPA.

Sobre os erros eu digo que foram pelo motivo de sempre: excesso de ímpeto. Sempre sofrí disso. A vida, essa linda, só tem sentido quando a gente tá com a bunda a poucos centímetros do asfalto quente e a orelha a dois palmos de um muro de concreto na saída de uma curva rápida.

(Não falei sobre tempo de volta e nem vou falar. Nem do meu tempo, nem no do Sergio - dono do carro e nem no do Mig - meu querido e veloz amigo)